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Diagnóstico tardio aumenta as chances de morte por câncer de pulmão

23 de junho de 2011 (Bibliomed). Por ano, cerca de 1,52 milhões de novos casos de câncer de pulmão são diagnosticados. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esse tipo de câncer é o que mais mata no mundo, já que apresenta rápido crescimento e grande probabilidade de disseminar-se para outros órgãos.

Aproximadamente 60% dos pacientes só procuram ajuda médica cerca de um mês de após o início dos sintomas, quando a doença pode estar em estágio avançado. “O câncer de pulmão geralmente não tem sintomas específicos, embora muitos casos possam apresentar falta de ar, tosse e escarro com sangue. Nestes casos, um médico deve ser procurado com rapidez, para que o diagnóstico e início do tratamento aconteçam o quanto antes”, afirma o dr. José Rodrigues Pereira, membro da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) e coordenador da Comissão de Câncer. 

Outro agravante é que, justamente por não apresentar sintomas específicos, o câncer de pulmão pode ser confundido com outras doenças, como tuberculose e pneumonia. Estima-se que no Brasil serão diagnosticados cerca de 27 mil novos casos, e outros 90 mil poderão ter a doença e não receber o diagnóstico correto só esse ano.

O câncer de pulmão, se não tratado, pode matar em um período de 4 a 6 meses. Aquele que iniciar o tratamento logo após o diagnóstico, poderá obter uma melhor sobrevida mediana entre 9 e 12 meses. “Com o emprego de uma nova geração de medicamentos alvo específicos, em fase final de desenvolvimento, essa expectativa de vida poderá ultrapassar dois anos”, diz Pereira.

Fonte: Press Release, Acontece Comunicação e Notícias, 22 de junho de 2011

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