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Após fratura, apenas 25% das pessoas com osteoporose voltam às atividades normais

19 de fevereiro de 2010 (Bibliomed). Uma das principais consequências da osteoporose são as fraturas que comprometem de forma significativa a qualidade de vida dos pacientes. Estudos científicos internacionais mostram que, após uma fratura, somente 25% dos pacientes retornarão às suas atividades normais, apenas 15% deles voltam a andar sem auxílio seis meses depois da fratura, e, no caso da fratura de quadril - uma das mais graves -, o risco de óbito é de até 24% no primeiro ano após a queda.

A osteoporose é uma doença mais incidente nas mulheres, mas, ao contrário do que se imagina, também atinge os homens. Um estudo epidemiológico baseado em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostrou que, no Brasil, cerca de 3 milhões de pessoas têm osteoporose, com mais de 7 milhões de mulheres e de 3,7 milhões de homens apresentando baixa massa óssea - fator de risco importante para o desenvolvimento da doença.

Os dados mundiais apontam, ainda, que uma a cada quatro mulheres na pós-menopausa que já tiveram uma fratura vertebral terá nova fratura em um ano; e que a osteoporose também tem um impacto social e econômico. Em 2005, o total de incidência de fraturas em homens nos Estados Unidos foi de 595 mil, o que gerou um custo ao governo norte-americano da ordem de 4,1 bilhões de dólares. A perspectiva é que as despesas com fraturas aumentem consideravelmente, atingindo, em 2025, um total de 925 mil fraturas, representando uma despesa de 6,7 bilhões de dólares.

Novo tratamento

Está sendo lançada no mercado brasileiro uma nova opção de tratamento para a doença marcada pelo enfraquecimento ósseo. Aprovado pela FDA - Agência Americana que Regula Alimentos e Medicamentos - e já comercializado nos Estados Unidos, o medicamento Actonel (risedronato), da Sanofi-aventis, é uma opção terapêutica mensal indicada na redução do risco de todos os tipos de fraturas que possui ação comprovada a partir dos seis meses de tratamento, com proteção contra fraturas por até sete anos. Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento da droga, sua ação "ajuda a interromper a perda de massa óssea, aumentar a sua resistência e, principalmente, reduzir o risco de fraturas, principalmente quando elas já existem".

Fonte: Sanofi-aventis. Press release recebido em 17 de fevereiro de 2010.

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