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Maior escolaridade não retarda a perda de memória, indica estudo

04 de janeiro de 2009 (Bibliomed). Embora algumas pesquisas indiquem que, quanto mais anos de estudo você tem, mais protegido pode estar contra a doença de Alzheimer, pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, alertam que, uma vez que você começa a esquecer as coisas, uma maior escolaridade pode não retardar o processo de perda de memória.

Avaliando as habilidades cognitivas de 6,5 mil pessoas com média de idade de 72 anos, os especialistas notaram que, no início do estudo, aqueles com maior escolaridade (cerca de 16 anos ou mais de estudo) tinham melhor memória e habilidades cognitivas do que aqueles que estudaram menos tempo. Porém a escolaridade não foi associada à velocidade com que essas habilidades declinavam durante o estudo.

De acordo com os pesquisadores, os resultados permaneceram os mesmos ao considerarem aspectos como a ocupação e a raça e os efeitos da prática com os testes. “Esta é uma descoberta interessante e importante porque os cientistas têm, há muito, debatido se o envelhecimento e a perda de memória tendem a ter menores efeitos sobre as pessoas mais escolarizadas”, destacaram os autores.

Baseados nos resultados, eles concluíram que “enquanto a educação é associada com o funcionamento da habilidade da memória em um maior nível, (...) não há ligação entre uma maior escolaridade e o quão rápido a memória perde sua habilidade”.

Fonte: Neurology. 03 de fevereiro de 2009.

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