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Mercosul Busca Ação Coordenada Contra Febre Aftosa na Região

MONTEVIDÉU, 30 de agosto (Reuters) - O Mercosul pediu à Organização Panamericana de Saúde (OPS) para coordenar inspeções das zonas atingidas pela febre aftosa, disseram fucnionários do governo uruguaio na terça-feira.

"Decidimos que a Organização Panamericana deve coordenar as visitas de técnicos especializados para auditar a situação no terreno em três áreas, o mais rápido possível", disse o Diretor de Serviços de Gado do Ministério da Pecuária, Julio Barozzi.

As áreas que serão inspecionadas são a fronteira Paraguai-Brasil-Argentina, nas províncias de Formosa, Misiones e Entre Rios; o Rio Grande do Sul; e a área do Paraguai onde foram feitas vacinações contra a doença.

A febre aftosa reapareceu na região no início do mês, quando autoridades da Argentina mataram 3.500 bovinos depois que 10 animais paraguaios contrabandeados foram encontrados pastando em terras argentinas com anticorpos do vírus da doença.

Depois disso, autoridades brasileiras descobriram 28 animais infectados em quatro localidades do Rio Grande do Sul.

Na segunda e terça-feira, o Brasil identificou cinco novos focos de febre aftosa no Rio Grande do Sul, que agora soma 10 áreas afetadas, e mais que dobrou o número de animais sacrificados para prevenir que a doença se espalhe, disse o Ministério da Agricultura brasileiro.

Os animais vistos como potenciais portadores da febre no Brasil são agora 517, sendo 442 vacas, 53 porcos e 22 carneiros. O número é mais que o dobro da estimativa inicial do ministério, de sacrificar 222 animais.

Embora a origem exata da doença seja desconhecida, funcionários brasileiros disseram que não provém da Argentina nem do Uruguai. O Paraguai nega responsabilidade e insiste que seu gado cumpre as normas internacionais de saúde.

Sinopse preparada por Reuters Health

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