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Notícias de saúde

Revista Destaca Trabalho de Laboratório

O Guia da revista “Exame”, publicado anualmente para informar quais são as 100 melhores empresas para trabalhar, e que chegou às bancas esta semana, coloca o laboratório farmacêutico Merck entre as dez melhores companhias.

Remuneração acima da média do mercado, um completo programa de benefícios que inclui terapia, distribuição de opções de ações para todos os empregados e, ainda, a possibilidade de planejar a própria carreira, foram pontos importantes para que a indústria farmacêutica Merck Sharp & Dohme se classificasse em oitavo lugar no ranking das 100 melhores empresas para trabalhar, no Brasil.

Esse resultado foi divulgado na edição 721 da revista “Exame” e na edição 26 da “Você s.a.”, publicações da editora Abril para a área de negócios. A pesquisa é conduzida anualmente, desde 1997, por “Exame”, inspirada num livro do consultor norte-americano Robert Levering, The Best Companies to Work for in América.

Desde que a publicação brasileira decidiu editar o Guia Exame – As Melhores Empresas para Você Trabalhar – Merck Sharp & Dohme apareceu em todas as listas, o que a distingue entre as demais indústrias de seu ramo de atividade, por ser a única a figurar em todas as edições.

Segundo Marcelo Lima, diretor de RH da empresa, “80% da pesquisa leva em conta exclusivamente a opinião dos funcionários, que mostraram quanto estão contentes com a companhia”.

A notícia mereceu comemoração no dia em que a revista saiu. “É muito importante comemorar”, comentou Marcelo, “mas não descuidaremos da melhoria contínua. Agora, vamos atacar pontos que, amanhã, poderão nos render mais estrelas nos próximos rankings do Guia”.

Durante o ano passado – que serviu de base para a avaliação – Merck Sharp & Dohme admitiu 225 pessoas (enquanto a maioria das empresas continuou demitindo), cadastrou 11.200 candidatos a emprego e ampliou sua carteira de benefícios. Dentre os 807 funcionários da empresa, 145 são executivos – dos quais 31, mulheres – 388 apresentam formação universitária e 86 têm idade superior a 45 anos.

Vantagem Competitiva

“As companhias que fazem parte do Guia Exame são lugares especiais para seus funcionários”, escreveu Robert Levering, presidente do Great Place to Work Institute e colaborador de “Exame”, em artigo divulgado na edição de premiação. Conforme explicou, “são companhias selecionadas pelo que seus empregados têm a dizer sobre elas. Falam sobre benefícios únicos, respeito, confiança e orgulho, tanto do trabalho que fazem quanto da empresa em que trabalham”.

Juliana De Mari, que integra a equipe que faz o Guia, destaca que “as empresas deste seleto ranking transformaram o ambiente de trabalho em vantagem competitiva. Por isso, são tão bem avaliadas por seus funcionários”. As 10 melhores, segundo ela, “são empresas que exibem práticas de recursos humanos excepcionais. Mais do que isso: têm plena convicção estratégica de que quanto mais agradarem aos seus colaboradores, mais retorno terão em produtividade e, conseqüentemente, em lucro”.

Os quesitos que mais chamam a atenção entre as melhores são a ética na condução dos negócios, a facilidade de comunicação entre as chefias e seus subordinados, o respeito às pessoas de modo geral, treinamento e oportunidade de crescimento profissional e o sentimento de que se é bem-aceito na empresa, logo no ingresso. O Guia Exame comenta que o laboratório Merck Sharp & Dohme “passa com louvor pelo crivo de seus funcionários.

Ele é apontado como benchmarking na gestão das pessoas”. A revista cita a opinião da psicóloga Ana Cristina Limongi, professora de Administração da USP, para quem “o grande mérito da Merck é não se ter limitado às ações periféricas. Academia de ginástica, qualquer um dá. Mas oferecer qualidade de vida significa buscar soluções para a redução real do tempo no trabalho”.

Na página que traz as estrelas (notas) da companhia, um exemplo de solidariedade é destacado: a doação de um rim de um funcionário para outro colega e o pagamento de todas as despesas pelo plano médico da empresa. Além disso, o funcionário que sofreu o transplante foi transferido para outra atividade que não requer viagens constantes a trabalho, como a anterior. “Em quantas empresas esta história de solidariedade poderia acontecer?”, pergunta a revista.

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