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BRASIL: Simpósio Internacional Traz ao Brasil Equipe de Um dos Maiores Centros de Transplante de Fígado do Mundo

São Paulo, 12 de Fevereiro de 2001(eHealthLA). O cirurgião britânico Prof. Paul McMaster, um dos maiores especialistas do mundo em doenças do fígado e transplantes deste órgão, vai estar no Brasil do dia 7 a 9 de março para participar do “1º Simpósio Internacional sobre Doenças Hepáticas e Transplante de Fígado do Oeste Paulista”. Este evento será realizado no Sesc de São José do Rio Preto (cidade do Noroeste do Estado de São Paulo) e já tem confirmado, a participação de médicos do Brasil, Inglaterra, Japão, Turquia, Chile, Hungria e Grécia.

McMaster chefia a Unidade de Fígado e Vias Biliares do Hospital Queen Elizabeth, da Universidade de Birmingham (Inglaterra), um dos cinco maiores centros especializados em doenças hepáticas e transplante do mundo. Em 20 anos, a equipe de McMaster já realizou mais de 2.000 transplantes. Segundo o médico cirurgião Prof. Renato Ferreira da Silva, diretor da Unidade de Transplante de Fígado do Hospital de Base de São José do Rio Preto, o que difere a equipe inglesa da brasileira é a vasta experiência em transplantes. O Simpósio reunirá também 34 dos maiores especialistas brasileiros.

O Transplante

No Brasil, os doentes de fígado vivem uma situação difícil. A cada ano, 3.400 brasileiros precisam de transplante, mas o país tem condições de realizar, no máximo, 600 cirurgias. Trinta por cento das pessoas que aguardam na fila de espera por um órgão morrem. Segundo o cirurgião Renato Ferreira da Silva, presidente do Simpósio Internacional, um dos grandes problemas que o Brasil enfrenta com relação à realidade das doenças do fígado e transplante é a desinformação. “A esmagadora maioria da população brasileira pouco sabe sobre o transplante de fígado. A desinformação é tamanha que muitos médicos sabem muito pouco a respeito”, afirma Renato Silva.

Importante Saber:

· Se o coração do doador pára de funcionar, o fígado deixa de receber sangue e, por isso, não pode ser mais doado.

· O fígado é único órgão que se regenera, portanto, uma pessoa viva pode doar um pedaço de seu órgão que este, no receptor, irá se regenerar em apenas um mês e meio até o tamanho normal.

· A princípio, todas as pessoas são doadoras, não importa idade, sexo ou características físicas.

· Não pode ser doador de fígado quem tem: doença infecto-contagiosa de qualquer espécie, câncer e infecção de qualquer espécie.

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