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BRASIL: Diminui o Número de Crianças Brasileiras que Nascem com Baixo Peso no Parto

São Paulo, 19 de Janeiro (eHealthLA). Segundo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) sobre a situação da Infância Brasileira, a redução da prevalência de baixo peso ao nascer é uma conquista do país nos últimos anos. No Brasil, em 1989, de cada 100 crianças que nasciam, 10 pesavam menos de 2,5 quilos (10%). Em 1996, esse índice foi reduzido para 9,2%, embora seja relevante lembrar que todos os anos, no Brasil, 270 mil bebês ainda nascem com baixo peso.

Segundo o estudo da UNICEF, as causas principais desses avanços são a melhoria do estado nutricional das mães e das crianças, com alimentação mais adequada ou com o reforço da dieta com micronutrientes, como a vitamina A, em áreas ou situações onde as taxas de prevalência de deficiência desses nutrientes são mais altas.

Regiões

Quando se comparam os índices nas zonas urbana e rural, a redução é ainda maior. Em 1989, 9,6% das crianças nasciam com menos de 2,5 quilos, nas zonas urbanas, e 12,3% nas zonas rurais. Nesse caso, a queda foi de 10,4 pontos percentuais. Nas regiões Norte e Nordeste do País, onde as taxas de baixo peso são mais altas (9,4% e 8,7%, respectivamente, em 1996), a redução na década foi maior (21,7% no Nordeste e 28,7% no Norte).

O número de crianças que sofrem de retardo no crescimento também foi reduzido. Entre 1989 e 1996, a prevalência de retardo de crescimento declinou em um terço. Porém, nas áreas rurais, esse déficit continua alto: aproximadamente 20% das crianças menores de cinco anos apresentam disparidade entre a altura e a idade.

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