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Expectativa de Vida de Aumenta 50% nos EUA no Século 20

NOVA YORK (Reuters Health) - O século 20 assistiu a um aumento dramático de 50 por cento na expectativa de vida dos norte-americanos, assim como a uma queda "espetacular" na taxa de mortalidade infantil, segundo um relatório publicado na edição de dezembro do Pediatrics.

Na virada do século passado, as doenças infecciosas eram a principal causa de morte nos Estados Unidos e 10 a 20 por cento dos bebês morriam durante o primeiro ano de vida.

Em 1998, problemas crônicos, como doença cardíaca e câncer, tornaram-se a principal causa de morte entre norte-americanos. Menos bebês e crianças estavam morrendo.

As taxas de mortalidade infantil eram 0,6 por cento entre bebês brancos e 1,4 por cento entre bebês negros. Para crianças com mais de 1 ano de idade, as taxas globais de morte caíram mais de 90 por cento entre 1900 e 1998.

Vacinas, melhorias nos padrões habitacionais, desenvolvimento de remédios e melhores cuidados pré-natais e maternos foram algumas das principais razões para os avanços da saúde durante o século, de acordo com os pesquisadores chefiados por Bernard Guyer, da Johns Hopkins School of Public Health, em Baltimore (Maryland).

A queda acentuada na mortalidade infantil no século 20 também provocou um salto na expectativa de vida dos norte-americanos, que passou de cerca de 49 anos de idade, em 1900, para 76 anos de idade em 1998. Para os pesquisadores, esse ganho de 50 por cento na expectativa de vida norte-americana é um "triunfo da saúde pública e da pesquisa biomédica".

Sinopse preparada por Reuters Health

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