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Níveis de cálcio e vitamina D são essenciais para a saúde óssea em adultos mais velhos

26 de maio de 2026 (Bibliomed). À medida que as pessoas entram na faixa dos 50 anos ou mais, a saúde óssea torna-se uma preocupação maior, e a quantidade de cálcio e vitamina D ingerida pode fazer uma grande diferença. Isso ocorre porque a perda óssea acelera com a idade, especialmente durante e após a menopausa, explicam pesquisadores da Universidade Tufts, nos Estados Unidos.

Durante a menopausa, as mulheres perdem cerca de 3% da sua massa óssea por ano e durante aproximadamente cinco anos após a última menstruação, à medida que os níveis de estrogênio diminuem. Depois disso, a perda óssea continua a uma taxa de cerca de 1% ao ano. Os homens também perdem massa óssea de forma constante, a partir dos 50 anos, a uma taxa de cerca de 1% ao ano.

Ossos mais frágeis têm maior probabilidade de fraturar em caso de queda. Além disso, a falta de vitamina D pode prejudicar a força muscular e o equilíbrio, aumentando ainda mais o risco de quedas. Essa é uma das razões pelas quais as fraturas de quadril aumentam drasticamente em pessoas na faixa dos 70 e 80 anos.

No entanto, tomar mais suplementos nem sempre é melhor, especialmente mais tarde na vida. Se a ingestão de cálcio for muito alta, a pessoa deixa o organismo predisposto à formação de pedras nos rins. A vitamina D também tem seus limites. Estudos mostram que pessoas com baixos níveis de vitamina D podem se beneficiar de suplementos, apresentando menos quedas.

Mas, à medida que as doses aumentam, esses benefícios se estabilizam e podem até diminuir. Idosos com níveis sanguíneos muito altos de vitamina D apresentaram maior risco de quedas e fraturas. A vitamina D pode afetar outros sistemas do corpo, incluindo a imunidade e o risco de diabetes.

A suplementação de vitamina D e cálcio deve ser avaliada e indicada por um médico. O ideal é focar em uma alimentação saudável e tomar sol nos horários apropriados.

Fonte: PubMed. DOI: 10.1016/j.eprac.2025.07.007.

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