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06 de maio de 2026 (Bibliomed). Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram um biossensor implantável, macio e ultrafino que pode monitorar e estimular tecidos.
Chamado de NeuroString, a tecnologia utiliza circuitos eletrônicos flexíveis integrados em uma fibra de alta densidade, com a espessura de um fio de cabelo. Ele consegue observar a atividade de neurônios e os movimentos intestinais em tempo real.
Segundo os pesquisadores, o NeuroString pode ajudar no tratamento de doenças congênitas e neurológicas, além de abrir caminho para a criação de tecnologias que permitam diagnósticos de doenças intestinais, bombas de insulina implantáveis e técnicas de neuromodulação de circuito fechado - mecanismos que detectam uma disfunção nervosa e intervêm instantaneamente com estímulos corretivos.
Fonte: Nature. DOI: 10.1038/s41586-025-09481-2.
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