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28 de junho de 2022 (Bibliomed). Embora a maioria das pessoas provavelmente saiba que não é seguro se expor ao sol por longos períodos, muitos podem não perceber que o bronzeamento também aumenta o risco de câncer de pele e envelhecimento prematuro da pele.
Uma nova pesquisa com mais de 1.000 adultos norte-americanos, realizada pela American Academy of Dermatology (AAD), mostrou um aumento acentuado nos casos de bronzeamento e no número de queimaduras solares em 2021, em comparação com o mesmo período de 2020.
Na pesquisa, 63% dos entrevistados relataram ter se bronzeado no ano anterior, acima dos 54% em 2020. Cerca de 33% foram queimados pelo sol em 2021, em comparação com 25% em 2020. Cerca de 28% dos entrevistados que desenvolveram queimaduras afirmaram que as lesões eram suficientemente ruins para que as roupas ficassem desconfortáveis. Os principais locais para queimadura foram o rosto, braços, ombros e pescoço.
Quase metade dos entrevistados acredita em um ou mais mitos de bronzeamento: cerca de 22% disseram erroneamente que um bronzeado básico não provocaria queimaduras e 18% que não aumentaria o risco de câncer de pele. Além disso, um em cada cinco disser que considerava o bronzeamento algo seguro desde que não causasse queimaduras e 13% consideravam a prática saudável. Em relação à aparência, 53% afirmaram considerar pessoas com pele bronzeada mais saudáveis.
Cerca de 39% dos entrevistados desconheciam um ou mais riscos de queimaduras solares. Entre elas: que é possível se queimar em um dia nublado ou pela janela de um carro que pessoas de pele escura podem queimar, e que queimaduras de sol aumentam o risco de câncer de pele.
Para se expor ao sol, os dermatologistas recomendam o uso de protetor solar, roupas com fator de proteção ultravioleta e evitar o sol entre 10h e 14h.
Fonte: American Academy of Dermatology (AAD). June, 2022.
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