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  • Comportamento

    Meninos estão atingindo a maturidade sexual mais cedo

    19 de agosto de 2011

    A partir do século 18 meninos passaram a atingir a maturidade sexual muito mais cedo. Desde 1700, a cada década que passa, a fase em que a testosterona atinge o seu ápice no corpo do homem chega 2,5 meses mais cedo. De acordo com Joshua Goldstein, autor de um estudo sobre o tema, para o homem “ter 18 anos hoje é como se ele tivesse 22 em 1800”.

    Pesquisadores da área acreditam que isso pode se explicar devido à melhor nutrição e maior quantidade de gordura no corpo dos meninos. Porém, o amadurecimento antecipado é um motivo de preocupação, pois pode fazer com que os corpos cresçam mais rapidamente do que os cérebros dos garotos podem acompanhar.

    • Leia mais sobre o tema em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre a vulnerabilidade dos jovens em Boa Saúde
    • Leia sobre a puberdade precoce em meninas em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento

    Europeus se apaixonam mais rapidamente

    19 de agosto de 2011

    Pessoas de culturas e países diferentes vêem o amor de formas diversas. Um novo estudo desenvolvido por uma parceria entre a Rússia e os Estados Unidos analisou essas diferenças, avaliando diversos aspectos do relacionamento amoroso.

    O estudo acompanhou 1.157 adultos da Rússia, Lituânia e EUA, que responderam a questionários. De acordo com os resultados, 90% dos lituânios costumam se apaixonar um mês depois de conhecerem a pessoa, e 39% se apaixona apenas alguns dias depois desse contato inicial. Quanto aos americanos, 58% levam de dois meses a um ano para se apaixonarem.

    Os questionários também mostraram pontos em comum entre a imagem que o amor tem nos três países participantes. Pessoas das três nações caracterizaram a paixão sexual, estado emocional de felicidade, igualdade e o “estar juntos” como pontos importantes do amor romântico.

    • Leia mais sobre o estudo em Live Science (em inglês)
    • Paixão pode ter o mesmo efeito que a cocaína, leia em Boa Saúde
    • Veja como a paixão pode diminur a diferença entre os sexos em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Dieta

    Fracasso de regimes pode ser culpa dos neurônios

    18 de agosto de 2011

    Testes realizados em ratos sugerem que a privação de alimento induz os neurônios a um processo de autofagia, ou seja, as células do hipotálamo comem as reservas de gordura de outras células. Dessa forma, o corpo começa a sentir fome e o individuo acaba por comer mais. Segundo cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein, nos Estados Unidos, sendo a fome a principal vilã das dietas, os neurônios seriam responsáveis pelo fracasso da mesma.

    Os cientistas conseguiram encontrar o gene responsável pela autofagia dos neurônios, o atg7, e o retiram em um experimento. Dessa forma, os pesquisadores conseguiram inibir o processo e, consequentemente, reduzir a sensação de fome. Contudo, Rajat Singh, autor do estudo, diz que ainda vai demorar alguns anos para que o novo remédio seja fabricado. E, para quem deseja emagrecer, recomenda a dieta balanceada e a prática de atividades físicas.

    • Leia mais sobre o estudo em Prontuário de Notícias
    • Veja a importância da dieta balanceada e Boa Saúde
    • Conheça dicas de como se motivar para dieta em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Saúde do bebe e da criança

    Colesterol infantil merece atenção

    18 de agosto de 2011

    É cada vez mais frequente o excesso de colesterol entre crianças e adolescentes, geralmente causados por maus hábitos alimentares e sedentarismo. Especialistas dizem que os pais são, em parte, responsáveis por esse fato, uma vez que oferecem guloseimas aos filhos. De acordo com a pediatra e nutróloga Maria Arlete Escrivão, combater o colesterol é tarefa que exige o envolvimento de toda família, já que as crianças tendem a imitar o comportamento dos adultos. “É preciso ensiná-la a comer verduras, legumes e frutas”, diz.

    Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 43 milhões de crianças em idade pré-escolar sofrem de obesidade ou sobrepeso, um dos indícios de que o colesterol pode estar elevado. Pesquisa realizada com duas mil crianças e adolescentes com idades entre 5 e 20 anos mostrou que 53% delas apresentavam excesso de gordura no sangue.

    • Leia mais sobre o estudo em Prontuário de Notícias
    • Colesterol: o que você precisa saber, veja em Boa Saúde
    • Saiba mais sobre a Sinvastatina, principal medicamento que combate o colesterol, em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Transtorno de estresse pós traumático dificulta identificação de emoções

    18 de agosto de 2011

    O transtorno de estresse pós traumático acontece como uma consequência da exposição de uma pessoa a situações traumatizantes. Ele pode fazer com que o indivíduo passe por diversos problemas, como ansiedade, restrição afetiva, flashbacks, medo, angústia e horror.

    Existem pesquisas que associam esse transtorno a maiores dificuldades de a pessoa identificar, vivenciar e descrever emoções. Um novo estudo (publicado no periódico Cortex) aponta que ele pode também afetar a habilidade de o indivíduo identificar expressões faciais, quando comparado a pessoas saudáveis. Cientistas exibiram imagens de rostos representando emoções básicas – felicidade, raiva, medo, surpresa, nojo e tristeza. Os participantes que sofriam de transtorno de estresse pós traumático tiveram problemas para identificar as faces que demonstravam medo e tristeza. Os pesquisadores acreditam que isso pode acontecer porque o transtorno pode provocar mudanças na forma como os processos cerebrais são feitos.

    Existe tratamento para esse transtorno. Com o acompanhamento de profissionais, é possível que o indivíduo supere o trauma e tenha vida normal.

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Leia sobre a ansiedade em Boa Saúde
    • Leia sobre os riscos de suicídio em pacientes de transtorno de estresse pós traumático em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Saúde da família

    Ansiedade do divórcio atrapalha volta às aulas

    18 de agosto de 2011

    A ansiedade da separação dos pais pode afetar a volta às aulas dos filhos, e o despreparo dos pais para o divórcio pode piorar a situação.

    Se a criança está tendo problemas para ir para a escola, tentando faltar ou está relutante em se separar dos pais no horário das aulas, existem algumas atitudes que os adultos podem ter para ajudá-la. Os pais podem encorajá-la a participar de mais atividades sociais, criar pequenos exercícios que a ajudem a visualizar o momento de ir para a aula e tentar incentivá-la adotando um modelo de comportamento que ela possa copiar. Também é importante que os pais tentem fazer com que a criança se sinta confortável dentro do ambiente escolar e evitem assuntos que possam causar estresse ao filho.

     

    • Leia mais sobre o tema em UPI (em inglês)
    • Leia mais sobre o divóricio e os filhos em Boa Saúde
    • Leia mais sobre como o divórcio pode afetar as aulas das crianças em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin

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