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  • Fitness Nutrição

    A obesidade pode ser infecciosa

    6 de fevereiro de 2012

    A obesidade pode se tornar um fator comum entre grupos de amigos que copiam hábitos alimentares e estilos de vida uns dos outros, ganhando um caráter contagioso. Mas de acordo com uma nova pesquisa feita com ratos, a obesidade pode ser uma condição infecciosa.

    Pesquisadores da Universidade de Yale desenvolveram ratos que tinham uma deficiência imunológica que fazia com que eles engordassem ao seguirem uma dieta ocidental. Quando colocados em gaiolas com ratos saudáveis, os animais que não sofriam da doença também começavam a engordar. Os pesquisadores acreditam que a resposta para esses acontecimentos está no estômago dos animais. Com perturbações no sistema imunológico dos ratos, as bactérias presentes nos seus estômagos saíam de controle causando o ganho de peso. Ao serem transmitidas aos animais saudáveis, eles começavam a engordar também.

    De acordo com os cientistas, é possível que algo assim ocorra entre humanos, mas as chances são pequenas. Mais estudos são necessários para que o processo seja compreendido.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre os perigos da obesidade em Boa Saúde
    • Veja um quadro geral da obesidade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Bem estar Comportamento Saúde do bebe e da criança

    Amigos fazem bem à saúde

    6 de fevereiro de 2012

    Amigos são aquelas pessoas que estão ao seu lado o tempo todo, nos momentos bons e ruins, e que você pode considerar como sua “família do coração”. Todos sabem a importância que eles têm e o como podem nos fazer bem. Agora, pesquisadores da Universidade de Concórdia, no Canadá, demonstraram que os benefícios da amizade vão além dos psicológicos, e afetam também os aspectos fisiológicos.

    O estudo foi realizado com crianças e mostrou que o nível de autovalorização, em termos psicológicos, aumentou na presença do melhor amigo. Por sua vez, quando as crianças estavam sozinhas, os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, ficavam mais elevados e a auto-estima diminuía.

    Segundo os pesquisadores o estudo tem implicações de longo alcance. “Nossas reações psicológicas e fisiológicas às experiências negativas na infância impactam toda a nossa vida futura,” diz William Bukowski, coordenador da pesquisa. “Se nós acumulamos sentimentos de baixa auto-estima durante a infância, isto irá se traduzir diretamente em como nós vemos a nós mesmos quando adultos”, conclui.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Adolescentes felizes têm mais chances de serem adultos felizes, veja em Boa Saúde
    • Veja dicas de como identificar a depressão infantil em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Entre na luta contra o câncer

    3 de fevereiro de 2012

    A medicina tem avançado rápido, mas, apesar dos novos tratamentos, o câncer ainda faz com que 12,7 milhões de pessoas no mundo sofram. Dessas, 7,6 milhões morrem. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) calcula que serão mais de 518 mil novos casos da doença em 2012.

    Dia 4 de fevereiro é o Dia Mundial do Câncer. Para promover a conscientização da população e alcançar a meta de reduzir o número de mortes prematuras pelo câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis em 25% até 2025, a campanha do INCA conta com seu apoio. Acesse o hotsite e participe.

    E lembre-se, se cuidar é a melhor forma de prevenir o câncer. Tenha uma alimentação saudável, pratique atividades físicas regularmente, não consuma álcool, cigarro ou drogas, e consulte um médico regularmente.

    • Veja mais dicas de como prevenir o câncer em Boa Saúde

     

    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Facebook pode revelar baixa auto-estima

    3 de fevereiro de 2012

    Se você tem Facebook com certeza já foi bombardeado por notícias negativas da vida de amigos, e o pior, postada pelos próprios. Segundo pesquisadores da Universidade de Waterloo, no Canadá, pessoas com tal atitude geralmente sofrem com baixa auto-estima.

    A pesquisa revelou que pessoas com baixa auto-estima eram mais propensas a pensar no Facebook como uma oportunidade para se conectar com terceiros e percebiam a rede social como um lugar onde o risco de vivenciar situações difíceis era menor.

    Publicado na revista Psychological Science, o estudo mostrou que as pessoas com baixa auto-estia eram mais negativas e causavam menos simpatia aos leitores de suas mensagens.

    • Leia mais sobre o estudo em UPI (em inglês)
    • Você sabia que um adolescente feliz tem mais chances de ser um adulto feliz? Veja em Boa Saúde
    • Redes sociais podem ajudar a disseminar hábitos saudáveis de vida, veja em blog Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Ser ignorado dói

    2 de fevereiro de 2012

    A formação de grupos é fundamental para existência humana, e sentir excluído pode resultar em problemas graves para saúde física e mental. Pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, investigaram o que faz uma pessoa sentir-se parte de um grupo e descobriram que não é preciso grande interação, às vezes um simples olhar já basta.

    A pesquisa mostrou ainda que ser ignorado, até mesmo por um estranho, causa dor. “Essas pessoas que você não conhece, mas que passam por você e olham como se você fosse puro ar, têm pelo menos um efeito momentâneo”, diz Dr. Eric Wesselmann, coordenador da pesquisa. “O que nós achamos mais interessante sobre isso é que agora podemos realmente falar do ‘poder da conexão humana’. Ele parece ser um fenômeno muito forte,” conclui.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • O autocontrole pode ser contagioso entre membros de um grupo. Leia mais em Boa Saúde
    • Você sabia que a solidão pode aumentar o risco de hipertensão? Descubra em Bibliomed (para assinantes)

     

    Published by: Natália Barbosa
  • Beleza Comportamento

    Pessoas mentem sobre altura e peso

    1 de fevereiro de 2012

    Pesquisa realizada na Universidade de Utah, nos Estados Unidos, descobriu que tanto os homens quanto as mulheres norte-americanos mentem quando questionados sobre sua altura e peso.

    O estudo, publicado na revista Ethnicity & Disease, constatou que, em todos os grupos étnicos, homens e mulheres dizem ser mais altos do que realmente são, e, especialmente as mulheres, afirmam serem mais magras do que a realidade demonstra.

    As mulheres brancas foram mais propensas a aumentar a altura e diminuir o peso do que as hispânicas e negras. Segundo os pesquisadores, isso acontece porque as mulheres brancas têm um desejo maior de um “corpo magro” e eram mais conscientes sobre seus problemas de peso.

    • Leia mais em UPI (em inglês)
    • Veja como os padrões de beleza impostos pela mídia podem afetar a saúde em Boa Saúde
    • Você sabia que preocupação excessiva com o peso pode levar à depressão? Veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Fitness

    Férias!

    2 de janeiro de 2012


    Prezados leitores,

    Em janeiro de 2012 o Blog de Boa Saúde entra em recesso.

    Aproveite para reler as matérias publicadas durante o ano e deixar sua opinião. Em fevereiro voltaremos a nos encontrar. Até lá!

    Equipe Boa Saúde

    Published by: Giselle Silva
  • Comportamento

    Cuidado com analgésicos

    30 de dezembro de 2011

    Para curar uma dor nas costas ou aquele incomodo que ficou na perna depois de um jogo de futebol com os amigos, muitas pessoas utilizam analgésicos. Indicados para o alívio da dor, a maioria desses medicamentos não precisam de prescrição médica e são vendidos livremente em farmácias em todo o Brasil. Contudo, um levantamento realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão do governo dos Estados Unidos, mostra que o número de mortes por overdose de analgésicos triplicou de 1990 a 2008.

    O Brasil é líder de consumo de analgésicos entre os países emergentes e o sexto maior mercado do mundo, ficando na frente de países como Japão e Espanha. Como algumas fórmulas têm componentes derivados de drogas como o ópio (sendo que essa categoria necessita de receita médica para ser comprada), existe chances de as pessoas viciarem nesses. Outros problemas que o abuso pode causar são lesão renal ou sangramento gastrointestinal.

    • Leia mais sobre o tema em Prontuário de Notícias
    • Saiba mais sobre os analgésicos em Boa Saúde
    • Você sabia que a dor é diferente para cada pessoa? Descubra em Boa Saúde
    Published by: Natália Barbosa
  • Maternidade Saúde da mulher

    Gravidez pode causar alterações no cérebro da mulher

    29 de dezembro de 2011

    O tempo que o bebê passa no útero é crucial para o seu desenvolvimento cerebral, e de acordo com uma nova pesquisa, não é apenas o feto que é influenciado por esse período. As mães também sofrem alterações no seu sistema nervoso durante a gestação que a preparam para a maternidade.

    Algumas grávidas reclamam de se sentirem mais distraídas e com memória fraca durante a gestação, e a causa disso pode ser os altos níveis de hormônios sexuais. Mas pesquisadores ainda conhecem pouco sobre o tema. Eles acreditam que as mudanças que ocorrem nos cérebros das mamães as ajudam a entenderem melhor o bebê, se tornando mulheres mais sensíveis. As alterações que acontecem na área do cérebro responsável pelo processamento da emoção e da memória preparam as mulheres para os cuidados com o filho.

    “A gravidez é um período crítico para o desenvolvimento do sistema nervoso das mães”, afirma Laura Glynn, que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema. “Pode haver um custo (como os problemas de concentração), mas o benefício é uma mãe mais sensitiva e eficiente”, completa.

    • Leia mais sobre o tema em Live Science (em inglês)
    • Poucas mulheres têm estilo de vida saudável antes da gravidez, leia em Boa Saúde
    • Leia sobre a relação entre fertilidade e idade em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Dieta

    Por que ficamos com raiva quando estamos com fome?

    29 de dezembro de 2011

    Sabe aquele ditado de que diz que cara ruim é fome. Pois ele é verdadeiro e tem explicação científica. Segundo pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, a raiva que algumas pessoas sentem quando estão com fome pode ser resultado das flutuações de serotonina no cérebro, o que ocorre, frequentemente, quando a pessoa esta em estado de estresse ou há muito tempo sem comer.
    O estudo envolveu voluntários saudáveis que tiveram seu nível de serotonina alterados através da manipulação da dieta. Foram utilizados exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para mapear e medir a atividade cerebral dessas pessoas enquanto viam imagens de rostos com expressões de raiva, tristeza e neutras.
    Os resultados relevaram que baixos níveis de serotonina provocaram comunicações mais fracas na amígdala (regiões específicas do sistema límbico emocional do cérebro) e nos lobos frontais. Segundo os pesquisadores, isso pode sugerir que quando os níveis de serotonina estão baixos fica mais difícil para o córtex pré-frontal controlar as respostas emocionais para raiva geradas dentro das amígdalas.
    • Leia mais sobre o estudo em Humana Saúde
    • Veja os benefícios de uma dieta balanceada em Boa Saúde
    • Algumas pessoas compensam a raiva comendo mais. Entenda melhor esse processo em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa

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