Category Archives: Sexologia

Portadores de DST buscam parceiros em sites de relacionamento especificos

Bem estar Comportamento Saúde da mulher Saúde do homem Sexologia

Começar um relacionamento é complicado para todas as pessoas, mas, para os portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST) esse cenário pode ser ainda mais complicado. Uma prática que vem se tornando comum entre os portadores de alguma DST é buscar parceiros em sites de relacionamento dedicados para esse público.

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Qual é o tempo ideal para voltar a fazer sexo após o parto?

Maternidade Sexologia

De acordo com um novo estudo australiano, mulheres tendem a esperar entre seis e oito semanas antes de começarem a fazer sexo após darem à luz ao primeiro filho. Os resultados encontrados mostram que 41% das gestantes haviam retomado a prática do sexo vaginal seis semanas após o parto. Os pesquisadores entrevistaram 1507 mulheres passando por suas primeiras gestações, fazendo perguntas sobre sua vida sexual. Continue reading

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Será que você sofre de cefaléia coital?

Sexologia

Muitas pessoas podem estar sofrendo de uma condição sem saber nada sobre ela: dores de cabeça fortes que são desencadeadas por atividades sexuais.

Apesar de o problema não ser muito conhecido, pesquisadores acreditam que ele pode ser mais comum, já que pacientes podem se sentir inibidos de abordarem o tema com seus médicos.

Existe tratamento para a condição, e é importante que pessoas procurem assistência médica sempre que sentirem dores de cabeça fortes, já que elas são indícios de problemas sérios no organismo.

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Amigos com benefícios usam mais a camisinha do que casais

Comportamento Sexologia

Amigos que mantêm relações sexuais sem terem um compromisso amoroso podem correr menos riscos de desenvolverem doenças sexualmente transmissíveis.

De acordo com um novo estudo, pessoas que estão envolvidas nesse tipo de relacionamentos têm mais chances de usarem camisinhas durante a prática de sexo oral e vaginal, quando comparadas a pessoas em parcerias românticas tradicionais.

Os resultados foram encontrados através de um questionário online respondido por 376 pessoas, sendo que a maioria delas tinha vinte e poucos anos. Metade dos entrevistados disse ter relações sexuais com um amigo e a outra metade estava em um relacionamento amoroso. Pessoas dos dois grupos disseram que conheciam os parceiros há cerca de quatro anos.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Sex Research.

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Nojo pode contribuir para distúrbio sexual

Saúde da mulher Sexologia

Mulheres que enfrentam o vaginismo têm dificuldades na prática sexual. Essa condição faz com que os músculos da pelve se contraiam involuntariamente, impedindo a penetração do pênis na vagina. Porém, pacientes com esse distúrbio podem sofrer com uma complicação: o nojo em resposta a coisas como a produção do sêmen.

Pesquisadores apontam que o nojo involuntário poderia causar as contrações do músculo como um mecanismo de defesa. “Nesse sentido, o nojo age como o equivalente emocional do banho gelado”, explica Mark Overveld, da Universidade Erasmus de Roterdã, na Holanda.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Sexual Medicine.

 

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Ciclo hormonal pode não influenciar mulheres na preferência a homens

Comportamento Sexologia

A literatura médica sugere que mulheres em fase fértil preferem homens com traços masculinos fortes, sendo que fora desse período a preferência não seria tão marcada. Resultados encontrados em estudos feitos sobre o tema apóiam a idéia de que a evolução tenha feito mulheres terem o impulso de traírem com homens mais masculinos, mas criarem relacionamentos longos com homens de traços femininos, que teriam mais indícios de serem bons pais e maridos.

Porém, um novo estudo apresenta dados que indicam que o ciclo hormonal da mulher não afeta suas preferências. “Não parece que existe um efeito real da mudança do ciclo na preferência masculina. É realmente uma história sobre infidelidade, e você tem que ter certeza de que a determinação de como a infidelidade ocorre em mulheres é correta. Eu acho que provavelmente não é”, explica a pesquisadora Christine Harris, da Universidade da Califórnia (EUA).

A pesquisa foi publicada no periódico Sex Roles.

 

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