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Laços entre mãe e bebê influenciam relacionamentos amorosos na vida adulta

Comportamento Maternidade

O relacionamento estabelecido entre mãe e filho durante os primeiros meses de vida da criança podem influenciar como será o comportamento do bebê em relacionamentos amorosos, quando ele chegar à vida adulta.

Em um estudo americano, pesquisadores encontraram informações que podem indicar que até mesmo memórias pré-verbais ficam marcadas no cérebro infantil. Dentre as pessoas que participaram do estudo, aquelas que eram mais ligadas às mães quando bebês tinham mais facilidade para resolver conflitos em relacionamentos e tinham laços mais estáveis e satisfatórios com seus parceiros.

“É frequentemente muito difícil encontrar efeitos duradouros do começo da vida se relacionando ao comportamento adulto, porque as circunstâncias mudam”, explica Jeffry A. Simpson, da Universidade de Minnesota. “As pessoas mudam, mas tem um cerne de estabilidade de experiências anteriores em muitas pessoas”, completa.

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Como os homens “feios” conquistam as mulheres bonitas?

Comportamento

Não é segredo que uma mulher bonita desperta o imaginário (e o interesse) masculino. Mas, como os homens, socialmente considerados “feios” conquistam essas mulheres? Essa dúvida permeia a cabeça de muitas pessoas mundo afora, e despertou, também, a curiosidade de pesquisadores norte-americanos do Williams College.

Através de um experimento que envolveu 96 rapazes e 103 moças que avaliaram a si mesmos e a seus parceiros em uma escala de beleza e interesse em encontro sexual imediato. Logo após, foram submetidos a “namoro relâmpago” (quando se revezam em conversas de três minutos com até cinco parceiros diferentes), e depois do encontro, eles avaliaram seus parceiros em diversos outros critérios, incluindo aparência e possibilidade de topar um encontro sexual.

Os resultados mostraram que:

  • homens que buscavam relacionamento sexual de curto prazo eram mais inclinados a superestimar o interesse das mulheres neles;
  • aqueles que acreditavam ser mais bonitos do que são também perceberam um maior interesse das mulheres por eles, o que não era necessariamente verdade;
  • os homens considerados bonitos pelas mulheres não pareceram ter essa visão distorcida;
  • quanto mais bonita a mulher, maiores as chances de um homem superestimar o interesse dela;
  • as mulheres tenderam a subestimar o interesse masculino nelas;

Segundo os pesquisadores, a falta de autocrítica é o motivo do comportamento masculino. O que aprece acontecer, de acordo com os pesquisadores, é que acreditar ser mais bonito do que realmente se é aumenta a autoconfiança e leva os homens à ação.

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No jogo do amor, o autoengano pode ajudar

Comportamento

Na hora do flerte, homens e mulheres tendem a superestimar ou subestimar o quão interessada a outra pessoa está. Homens atraentes acham que suas possíveis parceiras estão menos interessadas, sendo que aqueles que estão procurando por uma noite de sexo casual têm maiores chances de acharem que as mulheres estão mais propensas a aceitarem suas investidas. Já elas frequentemente subestimam o interesse que os homens estão sentindo.

Esse autoengano pode ser muito útil na hora da conquista, fazendo com que o jogo tenha sucesso. A evolução pode ser responsável por esse comportamento, fazendo com que homens menos atraentes se sintam mais confiantes e pareçam mais interessantes.

O estudo que obteve esses resultados será publicado no periódico Psychological Science.

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Por que executivos inteligentes contam mentiras estúpidas?

Comportamento

Uma pessoa bem sucedida no trabalho, com cargo importante e vida aparentemente perfeita que coloca tudo a perder com mentiras estúpidas. É cada dia mais comum ver executivos de grandes empresas inventarem mentiras sobre investimentos e lucros, o que pode colocar em risco a própria organização. Pesquisadores Universidade de Toronto, no Canadá, buscaram analisar os motivos que levam essas pessoas, geralmente inteligentes e racionais, a adotarem essas praticas mesmo sabendo os riscos que envolvem.

Segundo os pesquisadores, há pelo menos duas razões para o comportamento não muito racional dos executivos. A primeira é uma capacidade limitada de ver o quadro geral, algo que os pesquisadores chamam de “racionalidade limitada”. Já a segunda é uma ausência de uma “bússola ética” para guiar suas ações. A pesquisa mostrou, também, que os públicos interessados da empresa estimulam os executivos, de alguma forma, a mentirem.

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Hábitos saudáveis se tornam contagiosos em redes sociais

Comportamento Fitness Nutrição

A obesidade e os bons hábitos podem se espalhar de forma contagiosa através de redes sociais, o que faz pesquisadores acreditarem que essas redes podem ser usadas no combate contra o ganho de peso da população.

Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (EUA) partiram desse pressuposto e descobriram que ao unir pessoas com traços semelhantes em redes sociais, com o objetivo de aumentar a prática esportiva, eles conseguiram fazer com que as pessoas se tornassem mais ativas. As chances de que até mesmo os participantes do estudo que eram obesos adotassem um exercício físico aumentaram.

“O ambiente social mais eficaz para o aumento da disposição de indivíduos obesos adotarem o comportamento foi aquele onde eles interagiram com outros com características de saúde semelhantes”, explicam os autores do estudo. A pesquisa pode dar origem a um maior número de intervenções de mudança comportamental feitas através dessas plataformas.

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Procura por rinoplastias podem indicar Transtorno Dismófico Corporal

Beleza Bem estar Comportamento

O formato do seu nariz te incomoda? Pois saiba que você não é o único a encontrar defeitos nessa parte do seu corpo. A aparência do nariz é responsável por boa parte da harmonia do rosto, e alterações, mesmo que discretas, podem gerar desequilíbrios que prejudicam a estética fácil e a auto-estima.

Segundo pesquisadores da Universidade de Leuven, na Bélgica, muitos pacientes que se submetem à rinoplastia (cirurgia plástica para correção de imperfeições no nariz) podem estar sofrendo com Transtorno Dismórfico Corporal, que é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física.

Dos 226 pacientes que participaram do estudo, 33% apresentavam pelo menos sintomas moderados de Transtorno Dismórfico Corporal. Os questionários mostraram, também, que a insatisfação com a aparência do nariz reduzia a qualidade de vida dos voluntários, já que pode causar situações constrangedoras no dia a dia.

 

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Por que as pessoas desmaiam quando veem agulhas?

Comportamento

Muitas pessoas têm medo de agulha, mas, para algumas, ver aquelas finas hastes de metal pode desencadear reações extremas, como coração acelerado, respiração superficial e reações nervosas estridentes. Contudo, uma reação ao medo de agulha despertou atenção dos pesquisadores: a tendência a desmaiar.

Segundo especialistas, o desmaio não é comum em outras fobias e estima-se que mais de metade das pessoas com medo de agulhas e três quartos das com extrema aversão a sangue tenham histórico de desmaios.

O medo de agulha pode surgir por experiências negativas e também por predisposição genética. De acordo com os especialistas, essas pessoas já herdaram uma predisposição genética para o desmaio que, combinada com uma experiência negativa, provoca o medo e a perda de consciência.

Existe tratamento psicológico para a fobia de agulhas, que, apesar de não agradável, tem resultados positivos. Para aqueles propensos a desmaiar, o ideal é começar aprendendo uma técnica chamada “tensão aplicada”, na qual as pessoas estudam como enrijecer os músculos do corpo para aumentar a pressão arterial e evitar o desmaio

Leia mais em Prontuário de Notícias

As agulhas podem ajudar no combate às dores. Veja como a acupuntura pode ajudar no controle das dores de cabeça em Boa Saúde

Boa notícia aos que têm fobia a agulhas: vem ai a injeção sem agulha! Veja em Bibliomed (para assinantes)

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Mães são mais ocupadas que pais

Comportamento Saúde da família Saúde da mulher

De acordo com o senso comum, mulheres que são mães de família são muito mais ocupadas do que os homens, por terem que equilibrar a vida profissional e a vida como mãe e esposa. De acordo com uma nova pesquisa (publicada no periódico American Sociological Review) essa crença pode ser parcialmente verdadeira.

De acordo com o estudo, mães passam 10 horas a mais por semana realizando múltiplas tarefas ao mesmo tempo, quando comparadas aos homens que também trabalham e têm filhos. Essa situação pode causar problemas, porque mesmo que os homens sejam ativos na vida familiar, as mulheres se estressam mais. Como explica a pesquisadora Barbara Schneider, “mães hoje que trabalham em período integral basicamente têm que se preocupar com trabalharem em tempo integral e serem uma mãe e uma esposa. Isso torna tudo muito difícil”.

 

 

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Termo “vagabunda” nem sempre tem conotação sexual

Comportamento

Xingamentos pejorativos como “puta” e “vagabunda” nem sempre têm relação com o comportamento sexual da mulher. Segundo pesquisadores da Indiana University of Pennsylvania, nos Estados Unidos, esses termos são utilizados por meninas, especialmente na adolescência, para ferir as rivais.

Segundo o professor de psicologia e coordenador o estudo, Dr. Maureen McHugh, pesquisa realizada com meninas da oitava série (média de idade de 14 anos), mostrou que essas começam a monitorar a conduta sexual das outras, e 70% das estudantes já haviam sofrido alguma violência não-física, incluindo xingamentos como “vagabunda” e “puta”.

De acordo com McHugh, na maioria das vezes o comportamento sexual da “xingada” não condiz com o significado dos xingamentos. “É uma forma de agressão relacional”, diz.  “De acordo com os estudantes, o rótulo é aplicado a alguém de quem eles estão com inveja, alguém que eles não gostam ou estão irritados”, explica.

O especialista alerta que essas atitudes podem levar a uma baixa na auto-estima, adoção de comportamento de risco, depressão, auto-agressão e suicídio.

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Por que pessoas diferentes têm gostos alimentares diferentes?

Comportamento Dieta

Quem já está planejando a ceia do Natal deve estar se perguntando “como agradar a todo mundo?” Não são todas as pessoas que gostam dos mesmos pratos, e a explicação pode estar na anatomia das nossas línguas.

De acordo com pesquisadores da Universidade da Flórida (EUA), as preferências alimentares se derivam principalmente da língua de cada um. Cerca de um quarto da população, por exemplo, têm estruturas muito mais sensíveis a gostos do que o normal (chamados de superdegustadores), enquanto outro quarto tem estruturas muito menos sensíveis (os não-degustadores).

“As pessoas vivem em mundos diferentes de intensidade de gostos. Os superdegustadores vivem em um mundo de gostos ‘neons’, enquanto outros vivem em um mundo de (gostos de) cores pastéis”, explica a pesquisadora Linda Bartoshuk.

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