Category Archives: Comportamento

Quem espera viver pouco se casa mais cedo

Comportamento Saúde da família

Pessoas que esperam viver muito tempo tomam decisões diferentes das pessoas que acreditam que irão morrer jovens. O fenômeno pode ser subconsciente, o que faz com que os indivíduos nem mesmo percebam o padrão de suas decisões.

“Não é como se você estivesse pensando sobre quanto tempo você tem que viver”, explica Daniel Krupp que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema na Queen’s University, no Canadá. “Não tem que ser o tipo de decisão lógica, fria e racional. Também pode ser emocional. Você sente que você quer ter um bebê logo; você sente que você que se casar agora.”

As escolhas afetam, por exemplo, maiores ou menores investimentos em educação e a idade em que a pessoa decide se casar. Indivíduos que esperam viver menos se casam mais cedo e se dedicam menos aos estudos.

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Homofóbicos podem ter sentimentos homossexuais secretos

Comportamento

Pessoas que têm sentimentos fortes contra homossexuais podem estar lutando contra seus próprios desejos secretos por pessoas do mesmo sexo.

Uma nova pesquisa desenvolvida na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que possuem visões hostis em relação à homossexualidade podem ter essas tendências, mas lutar contra elas e escondê-las de outras pessoas. A homofobia pode se originar também a partir de pais autoritários, com opiniões fortes contra os gays.

“Esse estudo mostra que se você tem aquele sentimento de reação visceral em relação a um grupo (social), se pergunte ‘por quê?’”, explica o pesquisador Richard Ryan. “Essas emoções intensas deveriam servir como uma chamada para auto-reflexão”.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology.

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10% dos autistas conseguem superar a condição

Comportamento Saúde da família Saúde do bebe e da criança

Algumas crianças com autismo conseguem se desenvolver ao longo da vida, mesmo tendo sido diagnosticadas com sintomas severos na infância. Elas abandonam os limites da condição e chegam até mesmo a se tornarem altamente funcionais.

Na maioria dos casos de crianças diagnosticadas com autismo grave, o indivíduo progride muito pouco com a idade, enquanto em casos mais brandos o paciente consegue desenvolver suas habilidades de comunicação mais rapidamente. Porém, cerca de 10% das crianças autistas conseguem superar a condição e atingir um nível alto de desenvolvimento.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que as crianças que conseguiram esse feito frequentemente vêm de famílias de alto status socioeconômico e têm mães brancas e com maiores níveis de educação. Essas condições possibilitariam que o paciente tivesse mais acesso a tratamentos intensivos de qualidade. “Essas disparidades socioeconômicas sugerem que o acesso igualitário a intervenções precoces e serviços para crianças menos privilegiadas é algo realmente vital”, explica a pesquisadora Christine Fountain, da Universidade Columbia.

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Sexo oral pode causar câncer?

Comportamento Sexologia

Pesquisadores suspeitam que o aumento nas taxas de cânceres na cabeça e pescoço causados pelo vírus do papiloma humano (o HPV) pode ser causado pelo comportamento sexual da população – especificamente pelo aumento da prática do sexo oral.

Porém, a afirmação pode ser prematura, ou exagerada, causando medos desnecessários. Apesar de o sexo oral ser um fator de risco para alguns tipos de câncer, muitos outros elementos devem ser considerados no porquê de a doença se desenvolver.

As pessoas devem se informar sobre os riscos da relação sexual, usando sempre proteção. Dúvidas devem ser esclarecidas com profissionais e deve haver um diálogo aberto entre o casal, para que a prática sexual não seja restrita e ambas as partes estejam seguras.

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Falar mais de uma língua afasta o risco de demência

Comportamento

Nos dias atuais é cada vez maior a necessidade de se falar mais de um idioma. Além de aumentar as chances de conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho, ser bilíngüe ajuda a proteger contra os sintomas de demência.

A pesquisa, publicada na revista especializada Trends in Cognitive Sciences, mostra que o bilinguismo melhora a chamada ‘reserva cognitiva’, o mesmo efeito protetor que a atividade física ou mental estimulante tem no cérebro, o que pode adiar o começo dos sintomas nas pessoas que sofrem com demência.

 

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Perder peso nem sempre eleva a auto-estima

Comportamento

Em uma sociedade onde os padrões de beleza envolvem ser magro, pode-se imaginar que perder peso aumenta a auto-estima de qualquer pessoa, principalmente as de pessoas obesas. Contudo, pesquisa da Universidade de Purdue mostra que nem sempre isso acontece.

Participaram do estudo 2.000 meninas, com idade entre nove e dez anos no início da pesquisa, e que foram monitoradas por dez anos. Segundo os pesquisadores, mesmo aquelas que perderam peso continuaram a se ver como gordas. As meninas brancas obesas apresentavam auto-estima menor do que as de peso normal ou as negras, apesar te todas terem visão negativa sobre seu corpo.

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Mais pessoas querem uma alimentação saudável, mas poucos conseguem tê-la

Comportamento Dieta Nutrição

A maioria das pessoas quer comer mais alimentos frescos, como frutas e verduras, mas o fato é que poucos realmente o fazem. Pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que 80% dos adultos têm o desejo de incluir em sua alimentação diária mais alimentos in-natura, mas menos de 50% deles consomem esses produtos.

A pesquisa foi realizada em dez cidades norte-americanas e apontou que a inclusão de alimentos frescos na dieta familiar tem um impacto maior do que apenas sobre a saúde: chefes de família que incluíam frutas e verduras na alimentação de seus filhos sentiam que estavam cumprindo melhor seu dever de pais.

 

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Atletas de times vencedores sofrem menos lesões

Comportamento

Em jogos considerados grandes clássicos, especialmente no futebol, é natural se ver um número enorme de faltas. São tantas pancadas que, algumas vezes, os atletas acabam com lesões sérias. Agora, pesquisa realizada pela Universidade de Linkoping, na Suécia, mostra que os jogadores dos times vencedores correm menor risco de lesão do que os dos times perdedores.

Para pesquisa foram analisados dados de 6.272 jogos disputados por 26 dos principais clubes da Europa, dos quais se extraiu o número de 2.739 lesões.Com base nas informações que os clubes enviaram aos pesquisadores, uma vez por mês, Bengtsson, analisou como a ocorrência de lesões é influenciada por três fatores: resultado do jogo;  se o jogo foi realizado em casa ou no campo do adversário; e o tipo de campeonato.

Os resultados mostraram que o risco de lesão foi 21% maior nas equipes perdedoras. Em jogos que terminaram empatados, o risco de lesão foi de 15% maior para os dois times.

 

 

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Médicos e pacientes não conversam sobre sexo

Comportamento Saúde da mulher Sexologia

Quando você vai se consultar, seu médico se preocupa em conversar com você sobre sua vida sexual? Pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostra que a relação entre médicos e pacientes deve ser melhorada quando o assunto é falar sobre sexo.

Claro que o sexo entra em discussão em algum momento, principalmente em consultas com ginecologistas ou obstetras. A pesquisa mostra que cerca de dois terços dos profissionais perguntam aos pacientes sobre sua atividade sexual. Contudo, questões como a qualidade e a satisfação sexual são pouco abordadas, apenas 29% dos médicos abordam o tema, e menos ainda, 28%, confirmam a orientação sexual do paciente.

Publicado no Journal of Sexual Medicine, o estudo aponta para a necessidade de melhorar a relação entre médicos e pacientes para abordar questões sobre a qualidade da vida sexual, especialmente a feminina, pois muitas mulheres sofrem com problemas na intimidade e não têm com quem conversar.

 

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Mas que música chata que não sai da minha cabeça!

Comportamento

Sabe aquela música do momento, com aquele refrão chato, que tem uma capacidade incrível de grudar na sua cabeça que nem chiclete e ficar ecoando sem parar no pensamento, atrapalhando em qualquer outra atividade? Pois bem, Vicky Williamson, especialista em psicologia da música, resolveu se dedicar a estudar esse fenômeno e descobriu que existem vários nomes para descrevê-lo: síndrome da canção empacada, canção pegajosa, coceira cognitiva e verme de ouvido são apenas alguns deles.

A pesquisa baseou-se em dados obtidos com ouvintes de um programa de rádio que foram questionados sobre quais ‘músicas pegajosas’ os estavam afligindo no momento. A partir disso, Vicky analisou mais de dez mil ‘canções grudentas’ e descobriu que poucas haviam sido citadas mais de uma vez, o que mostra que esse é um fenômeno muito individual. As músicas consideradas mais ‘pegajosas’ foram aquelas presentes em filmes e seriados de TV.

 

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