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Author Archives: Natália Barbosa

About Natália Barbosa

Jornalista e colaboradora de Boa Saúde

Mais pessoas querem uma alimentação saudável, mas poucos conseguem tê-la

Comportamento Dieta Nutrição

A maioria das pessoas quer comer mais alimentos frescos, como frutas e verduras, mas o fato é que poucos realmente o fazem. Pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que 80% dos adultos têm o desejo de incluir em sua alimentação diária mais alimentos in-natura, mas menos de 50% deles consomem esses produtos.

A pesquisa foi realizada em dez cidades norte-americanas e apontou que a inclusão de alimentos frescos na dieta familiar tem um impacto maior do que apenas sobre a saúde: chefes de família que incluíam frutas e verduras na alimentação de seus filhos sentiam que estavam cumprindo melhor seu dever de pais.

 

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Pipoca tem mais antioxidantes que frutas e verduras

Nutrição Saúde da família

Não tem como negar que um bom filme pede aquele balde de pipoca, mas, agora, além de acompanhar momentos de diversão, esse aperitivo tem se mostrado uma aliada da saúde.

Pesquisa da Universidade de Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriram que a pipoca contém uma quantidade maior de substâncias antioxidantes, chamadas de polifenois, do que frutas e verduras. Essas substâncias, bem como as fibras, estão presentes em maior quantidade na casquinha da pipoca.

Contudo, para aproveitar esses benefícios não adianta fazer pipoca na gordura e colocar muito sal. O mesmo vale para pipoca doce, que pode ser uma bomba nutricional. O ideal é usar o mínimo de gordura e sal no preparo do alimento para comer sem culpa.

 

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Atletas de times vencedores sofrem menos lesões

Comportamento

Em jogos considerados grandes clássicos, especialmente no futebol, é natural se ver um número enorme de faltas. São tantas pancadas que, algumas vezes, os atletas acabam com lesões sérias. Agora, pesquisa realizada pela Universidade de Linkoping, na Suécia, mostra que os jogadores dos times vencedores correm menor risco de lesão do que os dos times perdedores.

Para pesquisa foram analisados dados de 6.272 jogos disputados por 26 dos principais clubes da Europa, dos quais se extraiu o número de 2.739 lesões.Com base nas informações que os clubes enviaram aos pesquisadores, uma vez por mês, Bengtsson, analisou como a ocorrência de lesões é influenciada por três fatores: resultado do jogo;  se o jogo foi realizado em casa ou no campo do adversário; e o tipo de campeonato.

Os resultados mostraram que o risco de lesão foi 21% maior nas equipes perdedoras. Em jogos que terminaram empatados, o risco de lesão foi de 15% maior para os dois times.

 

 

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Médicos e pacientes não conversam sobre sexo

Comportamento Saúde da mulher Sexologia

Quando você vai se consultar, seu médico se preocupa em conversar com você sobre sua vida sexual? Pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostra que a relação entre médicos e pacientes deve ser melhorada quando o assunto é falar sobre sexo.

Claro que o sexo entra em discussão em algum momento, principalmente em consultas com ginecologistas ou obstetras. A pesquisa mostra que cerca de dois terços dos profissionais perguntam aos pacientes sobre sua atividade sexual. Contudo, questões como a qualidade e a satisfação sexual são pouco abordadas, apenas 29% dos médicos abordam o tema, e menos ainda, 28%, confirmam a orientação sexual do paciente.

Publicado no Journal of Sexual Medicine, o estudo aponta para a necessidade de melhorar a relação entre médicos e pacientes para abordar questões sobre a qualidade da vida sexual, especialmente a feminina, pois muitas mulheres sofrem com problemas na intimidade e não têm com quem conversar.

 

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Mas que música chata que não sai da minha cabeça!

Comportamento

Sabe aquela música do momento, com aquele refrão chato, que tem uma capacidade incrível de grudar na sua cabeça que nem chiclete e ficar ecoando sem parar no pensamento, atrapalhando em qualquer outra atividade? Pois bem, Vicky Williamson, especialista em psicologia da música, resolveu se dedicar a estudar esse fenômeno e descobriu que existem vários nomes para descrevê-lo: síndrome da canção empacada, canção pegajosa, coceira cognitiva e verme de ouvido são apenas alguns deles.

A pesquisa baseou-se em dados obtidos com ouvintes de um programa de rádio que foram questionados sobre quais ‘músicas pegajosas’ os estavam afligindo no momento. A partir disso, Vicky analisou mais de dez mil ‘canções grudentas’ e descobriu que poucas haviam sido citadas mais de uma vez, o que mostra que esse é um fenômeno muito individual. As músicas consideradas mais ‘pegajosas’ foram aquelas presentes em filmes e seriados de TV.

 

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Arte pode ajudar na recuperação de AVC

Saúde da família

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma doença que pode deixar sequelas graves que exigem tratamento especializado. Segundo pesquisa realizada na Escola de Enfermagem da Universidade Tor Vergata, em Roma, pessoas que sofreram AVC e que se envolveram com expressões artísticas apresentaram melhor qualidade de vida.

Participaram do estudo 192 pacientes vítimas de AVC, com idade média de 70 anos, que foram questionados sobre seus gostos para arte, pintura e teatro. Desses, 105 pacientes se interessavam por arte e 87 não. Os resultados mostraram que os que gostavam de alguma forma de expressão artística apresentam melhor saúde geral, mais facilidade para andar e mais energia após o AVC.

 

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Casamento: o melhor remédio para o coração

Comportamento Saúde da família

Quer proteger seu coração? Então se case! Depois de comprovarem que o casamento faz bem à saúde do coração, especialmente para as mulheres, pesquisadores norte-americanos afirmam que se casar pode funcionar como um remédio.

De acordo com o estudo desenvolvido na Universidade Emory, adultos casados, independente do sexo, que se submetem a cirurgias cardíacas têm três vezes mais probabilidade de sobreviver do que os solteiros. De acordo com os cientistas, nos três primeiros dias esse fator protetor é mais forte, mas pode ser observado até cinco anos após a cirurgia.

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Composto da Mata Atlântica ajuda no tratamento de câncer de pele

Saúde da família Tecnologia

A Mata Atlântica, bioma brasileiro rico em espécies vegetais e animais, guarda segredos que podem ajudar no tratamento de diversas doenças. A mais  recente descoberta PE um composto de extraído da pariparoba (Pothomorphe umbellata), uma espécie de arbusto, que é capaz de inibir o desenvolvimento do câncer de pele.

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) mostraram que o composto ativo retirado da planta é capaz de impedir que as células tumorais invadam a camada mais profunda da pele e se espalhem para outros tecidos.

A etapa de testes em animais já foi iniciada, e, caso seja bem sucedida, será posteriormente realizada em seres humanos. Os primeiros resultados estão em artigo publicado na revista Pigment Cell & Melanoma Research.

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Saúde da mulher piorou em duas décadas

Check-up Saúde da mulher

A correria do dia e o acúmulo de tarefas fez com que a saúde das mulheres, de uma maneira geral, piorou nos últimos 20 anos. Levantamento feito por uma empresa especializada em check-ups de executivos mostra que as mulheres estão sofrendo mais com hipertensão, gastrite, depressão, diabetes do que no início da década de 1990.

O estudo baseou-se em exames de executivas de grandes empresas, mas, comparando os dados obtidos com do Data-SUS (banco de dados do Sistema Único de Saúde), os resultados podem ser estendidos a toda população feminina. Segundo os médicos, a dupla jornada pode ser a responsável por esses dados preocupantes.

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Médicos com hábitos de vida saudáveis dão mais recomendações a seus pacientes

Saúde da família

Médicos que cultivam hábitos de vida saudáveis são aqueles que, provavelmente, recomendarão mudanças no estilo de vida dos pacientes. Segundo pesquisadores da Emory University School of Medicine, nos Estados Unidos, pesquisa realizada com mais de mil médicos americanos sobre seus estilos de vida e as recomendações que davam a pacientes com pressão arterial elevada.

Os pesquisadores consideram o consumo de sal, a manutenção do peso saudável, o consumo de álcool e a prática de atividades físicas. Os resultados mostrarm que 4% dos médicos fumavam pelo menos uma vez por semana; quase 39% deles comiam cinco ou mais porções de legumes e frutas semanalmente; 27% se exercitavam pelo menos cinco vezes por semana; e 66% deles faziam recomendações de mudança de estilo de vida a seus pacientes.

O estudo mostrou, também, que os profissionais que se exercitavam pelo menos uma vez por semana e que não fumavam eram cerca de duas vezes mais propensos a recomendar intervenções nos hábitos de vida dos pacientes.

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