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Olhos podem indicar orientação sexual

07 de agosto de 2012 (Bibliomed).  Os olhos de uma pessoa podem indicar a orientação sexual do indivíduo. A dilatação da pupila é um indicador confiável de excitação sexual, por ocorrer de forma inconsciente quando a pessoa se sente sexualmente estimulada.

Esse fato pode ser usado por cientistas para avaliar orientação sexual sem que seja necessário usar métodos invasivos como a medição de órgãos genitais. De acordo com um novo estudo feito nos Estados Unidos, a observação a dilatação da pupila pode indicar o que provoca tesão nos participantes do estudo. “Então se um homem diz que é hétero, seus olhos se dilatarão por mulheres. E será o oposto com homens gays, com seus olhos dilatanto por (outros) homens”, explica o pesquisador Ritch Savin-Williams.

A relação entre o tamanho das pupilas e o tesão não é algo que foi recentemente descoberto por nós. No século XVI as mulheres utilizavam gotas de extrato da planta beladona para dilatar suas pupilas. As mulheres da época acreditavam que essa prática proporcionava um olhar mais sedutor, facilitando a atração do parceiro.

De acordo com Savin-Williams, a pupila se dilata sempre que o indivíduo lida com algo interessante, podendo ser tanto o rosto de uma pessoa amada ou uma obra de arte. A reação é involuntária e indica que o sistema nervoso – que também controla outras reações involuntárias como o pulso e a respiração – está sendo estimulado.

Os pesquisadores normalmente avaliam a excitação sexual de participantes de estudos mostrando vídeos e imagens eróticas e avaliando o fluxo de sangue destinado aos órgãos sexuais. Em homens os pesquisadores medem a circunferência do pênis, e em mulheres os cientistas avaliam a mudança de pressão nos vasos sanguíneos das paredes vaginais.

O novo método de análise de excitação sexual pode incentivar mais indivíduos a participarem desse tipo de estudos, já que muitas pessoas se sentem desconfortáveis ao participarem de pesquisas que exigem que os cientistas entrem em em contato com seus genitais.

A pesquisa foi publicada no periódico PLoS ONE.

Fonte: Live Science, 3 de agosto de 2012

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