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Bebês que mamam correm menos risco de sofrerem morte súbita

24 de junho de 2011 (Bibliomed). A síndrome de morte súbita infantil é um mal que causa a morte repentina de mais de 2.500 crianças nos Estados Unidos todos os anos. A doença causa a morte repentina, sem que haja um motivo aparente para o falecimento.

Para analisar a relação entre a síndrome e o aleitamento materno, pesquisadores da Universidade de Virgínia realizaram uma revisão de 18 estudos feitos sobre amamentação entre os anos de 1996 e 2009.

Os resultados mostraram que crianças que foram amamentadas tinham chances 60% menores de sofrerem morte súbita, não importando a quantidade de leite ou tempo da prática. Em crianças que foram alimentadas exclusivamente com o leite da mãe, a probabilidade de a síndrome ocorrer era 73% menor.

De acordo com os pesquisadores, a relação entre o aleitamento materno e a diminuição dos riscos de morte súbita pode ser devido à maior facilidade que bebês amamentados têm de despertarem durante o sono. Crianças alimentadas através de mamadeiras não têm essa mesma habilidade.

Outra explicação possível seria a presença dos anticorpos no leite da mãe, o que ajudaria no fortalecimento do sistema imunológico da criança. Isso reduziria o risco de o bebê desenvolver infecções durante o período de maior vulnerabilidade e de maiores probabilidades de ocorrência da síndrome.

A recomendação médica é de que as crianças devem ser alimentadas apenas com o leite materno durante os primeiros seis meses de vida e, se possível, durante todo o primeiro ano.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que a descoberta deve ser incluída em panfletos que incentivam a amamentação e também de prevenção da síndrome de morte súbita.

Fonte: Prontuário de Notícias 21 de junho de 2011

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