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Amamentar pode ajudar a mãe a perder o peso adquirido na gravidez

14 de setembro de 2010 (Bibliomed). Uma campanha para incentivar o aleitamento materno na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, lançada neste mês, está destacando os benefícios de as mães alimentarem seus filhos exclusivamente pela amamentação pelo menos nos primeiros seis meses de vida. Entre os benefícios para a saúde da mulher, a campanha destaca a queima de 500 calorias por dia com essa atividade, ajudando as novas mães a perder os quilinhos extras adquiridos na gravidez.

De acordo com os especialistas, o aleitamento materno traz benefícios significativos para mãe e bebê que podem ter longa duração. “Os bebês amamentados têm menor risco de asma, obesidade, diabetes e outras doenças crônicas ao longo de sua vida”, destacou o Richard Daines, comissário de saúde do Estado de Nova York. Alguns estudos mostram, ainda, que os bebês alimentados com o leite materno têm maior quociente de inteligência, sistema imunológico mais forte, e menor risco de desenvolverem certos tipos câncer infantil, alergias e doenças respiratórias e gastrointestinais.

Para as novas mamães, segundo a campanha, os benefícios da amamentação incluem uma melhor recuperação do corpo da mulher após a gravidez e o trabalho de parto, reduzindo o útero ao tamanho normal; e uma maior queima de calorias - cerca de 500 por dia -, ajudando a mulher a perder o peso adquirido na gravidez. Diversas pesquisas indicam ainda a redução do risco de câncer de ovário e de alguns tipos de câncer de mama; o fortalecimento dos ossos, protegendo as mulheres contra o desenvolvimento de osteoporose mais tarde; além da prevenção contra o diabetes tipo 2 e a depressão.

Além dos seis meses exclusivos com o aleitamento materno, os especialistas recomendam que as mães continuem a dar o leite do peito para a criança após a inclusão de alimentos sólidos na dieta, até um ano de idade ou mais. “Para a maioria das mães, o aleitamento materno é a escolha mais segura e saudável, visto que o leite do peito contém a quantidade recomendada de nutrientes e se modifica para atender às necessidades do bebê em crescimento”, ressalta os especialistas do Departamento de Saúde do Estado de Nova York.

Fonte: Departamento de Saúde do Estado de Nova York. Press release. 09 de setembro de 2010.

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