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Depressão materna, amamentação e status socioeconômico afetam sono do bebê, indica estudo

12 de junho de 2008 (Bibliomed). A depressão materna durante a gestação, a amamentação e um menor nível socioeconômico são fatores que podem afetar o sono dos bebês nos primeiros seis meses de vida, segundo estudo apresentado, neste mês, no congresso SLEEP 2008.

Os pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos avaliaram 1676 pares mãe-filho. E descobriram que os bebês de seis meses dormiam, em média, 12,2 horas por dia, entre cochilos e noites de sono.

Porém, os autores também observaram que uma menor renda familiar e a menor escolaridade da mãe estão ligadas a menor duração do sono dos bebês. Aqueles cuja mãe apresentou histórico de depressão durante a gravidez e aqueles que estavam sendo amamentados também pareciam dormir menos.

Os pesquisadores destacam que estudos anteriores associam a perda de sono em crianças a potenciais efeitos negativos na saúde, como o sobrepeso e pior desenvolvimento cognitivo. Por isso, segundo especialistas, o ideal é que, nos primeiros meses, os bebês durmam de 14 a 15 horas por dia. E foi importante avaliar os fatores que podem influenciar no sono dos bebês.

"Como qualquer pai sabe, o sono infantil parece ser tudo, menos previsível, durante esse período. Ainda assim, nosso estudo observou uma diversidade de associações notáveis", pontuaram os autores. "Como outras condições pediátricas complexas, como a obesidade, a quantidade de sono obtida, inclusive durante a infância, pode ter contextos socioeconômicos e culturais mais amplos que merecem consideração", acrescentaram.

Fonte: IrishHealth. 09 de junho de 2008.

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