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Diversos fatores podem prejudicar desenvolvimento do feto

07 de Outubro de 2002 (Bibliomed). Desnutrição e anemia maternal, infecções gastrintestinais e respiratórias, malária, doenças sexualmente transmissíveis, tabagismo, alcoolismo e uso de outras drogas durante a gestação são alguns dos muitos fatores determinantes de crescimento intra-uterino retardado (má nutrição fetal), um grande problema de saúde pública em países em desenvolvimento.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 109 países, indicam que quase 75% dos recém-nascidos afetados estão na Ásia, África e América Latina, considerando-se um peso menor ou igual a 2,5 quilos com 37 semanas de gestação. Estima-se que 30 milhões de recém-nascidos são afetados a cada ano, o que corresponde a 23,8% dos 126 milhões de nascimentos anuais. Nos países desenvolvidos essa taxa é de apenas 2%.

Para a OMS, essa diferença significativa pode ser explicada pelo baixo ganho de peso gestacional, baixo índice de massa corporal (IMC) antes da gestação e baixa estatura da mãe. Por isso, a grande incidência de crescimento intra-uterino retardado deve ser interpretada não apenas como um sinal de desnutrição e alta morbidade/mortalidade nos recém-nascidos, mas como um sinal urgente de que há grave risco de desnutrição e alta morbidade/mortalidade em mulheres em idade reprodutiva.

Carências nutricionais de ferro e vitamina A afetam profundamente as gestantes e os bebês, assim como a carência de ácido fólico (vitamina do complexo B). Por exemplo, mulheres com carência de ácido fólico durante a gestação correm o risco de dar luz a bebês com espinha bífida (defeitos na coluna vertebral).

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