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Má qualidade de vida e predisposições genéticas associadas desencadeiam crises de enxaqueca

16 de Julho de 2002 (Bibliomed). Neurologistas alertam que automedicação com analgésicos pode transformar uma dor de cabeça esporádica em uma dor crônica e garantem que a intensidade e a freqüência das crises podem diminuir com pequenos cuidados, como melhorar o tempo e a qualidade do sono, fazer atividades relaxantes, evitar intervalos prolongados entre as refeições e a ingestão de determinados alimentos, como chocolate, leite e derivados, frituras, embutidos e bebidas alcoólicas, em especial o vinho tinto.

As cefaléias - nome científico da dor de cabeça - não escolhem idade. Elas ocorrem em crianças e adultos e se modificam com o passar dos anos. A enxaqueca nas crianças manifesta-se através de dor abdominal, sudorese, palidez, cinetose (vômitos e tonteiras durante viagens) e dores nos membros inferiores, que são freqüentes à noite, ao deitar.

A intensidade da enxaqueca diminui após os 45 anos e os sintomas são de tonteiras, com sensação de cabeça flutuante e amnésia, muitas vezes diagnosticadas como labirintite. Quando a dor se apresenta de duas a três vezes no mês é recomendado o tratamento de prevenção, com acompanhamento neurológico. Nesse caso, o especialista indicará medicamentos de acordo com a freqüência e a intensidade das dores.

Existem mais de 150 casos de cefaléias. As primárias mais comuns são do tipo tensional e as enxaquecas. Na cefaléia tensional, a dor se apresenta de forma leve ou moderada, caracterizando-se pela sensação de peso ou pressão nos dois lados da cabeça. Estes sintomas não chegam a interferir nas atividades diárias. Já as enxaquecas, são de forte intensidade, latejante e geralmente surgem associadas à náuseas ou vômitos. Elas provocam aversão à claridade, barulho, cheiros fortes e levam à incapacidade para atividades diárias. Apenas 20% dos casos de cefaléias são do tipo secundárias - resultantes de um aneurisma, tumor ou meningite.

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