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Notícias de saúde

Consumidores tentam driblar reajustes de medicamentos

Belo Horizonte, 20 de Novembro de 2001 (Bibliomed). Os consumidores já começam a reagir à remarcação de preços de medicamentos. O aumento de até 3,8% no valor dos remédios de uso continuado e de 3,72% para os demais, autorizados pelo governo, já está em vigor e pode ser verificado nas prateleiras das farmácias. Os dois aumentos já estão fazendo com que diversas entidades se mobilizem no intuito de driblar o reajuste e conseguir preços mais baixos dos remédios. Diversas associações, farmácias e convênios prometem fazer descontos.

O Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, por exemplo, lançou um programa para a aquisição de medicamentos mais baratos. Foi feita uma espécie de convênio com dez laboratórios e sete redes de farmácia na Grande São Paulo. Pagando uma taxa de R$ 0,50 ao mês, o aposentado tem direito a comprar alguns medicamentos com até 47% de desconto. O desconto já vale também para as cidades paulistas de Bauru, Santos e Piracicaba.

Quem também está oferecendo descontos é a Abramed (Associação Brasileira de Defesa e Assistência aos usuários e Consumidores de Medicamentos). O órgão atua em cinco cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Cuiabá e Campo Grande. A associação oferece remédios com preços, em média, 40% mais baratos.

E, na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de três medicamentos devido a irregularidades. O emagrecedor Sacaca Bicomposta Amazon Ervas, produzido pelo Laboratório Homeopatia da Amazônia Farmácia e Laboratórios Ltda foi apreendido porque não tinha registro no órgão. O Glumantine e o Fenobarbital foram apreendidos por irregularidades em suas composições.

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