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Notícias de saúde

Programa vai reduzir preços e ampliar uso de preservativos

Belo Horizonte, 14 de Setembro de 2001 (Bibliomed). O Ministério da Saúde, empresários, governos estaduais e Ongs anunciaram durante o IV Congresso Brasileiro de Prevenção em DST/Aids, que aconteceu em Cuiabá, a criação de um programa que vai permitir o acesso e o consumo de preservativos em todas as classes sociais.

Além da redução de preços do preservativo, a proposta aprovada no Fórum de Marketing Social do Preservativo, um evento paralelo ao congresso, é a ampliação dos postos de venda e distribuição para que a população tenha acesso à camisinha 24 horas por dia e em locais como bares, boates, cafés, hospitais, escolas, clubes, livrarias, bancas, academias de ginástica e postos de gasolina, além de farmácias, lojas de conveniência e supermercados.

De acordo com o coordenador do Programa DST/Aids, Paulo Roberto Teixeira, o gasto anual com camisinha não pode ultrapassar 1% da receita anual de um trabalhador que recebe o salário mínimo.

Para se chegar a preços compatíveis com a renda do brasileiro, medidas como redução de impostos, mudanças de embalagens e redução da margem de lucro de fabricantes, distribuidores e varejistas serão discutidas.

Atualmente, o consumo anual de camisinha no País está em torno de 600 milhões de unidades mas a Coordenação Nacional de Aids acredita que seria preciso triplicar esse consumo para reduzir significativamente a epidemia da doença no Brasil.

Para cada um milhão a mais de preservativos consumidos, 70 casos de aids são evitados, o que gera uma economia de U$ 2, 5 milhões com tratamento.

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