A maioria dos adultos mais velhos não pergunta aos médicos sobre demência

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Comportamento

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 50 milhões de pessoas sofrem com demência no mundo, número que deve se triplicar até 2050. Contudo, parece que muitos dos adultos mais velhos, incluindo aqueles com histórico familiar, não se preocupam em perguntar aos médicos sobre sinais e prevenção da demência.

Demência é um termo usado para reunir diversas doenças que afetam a memória, comportamento e habilidades cognitivas, interferindo significativamente na capacidade de uma pessoa manter as atividades cotidianas. Normalmente, as mulheres são a maioria entre os afetados, e a doença de Alzheimer representa entre 60% a 70% dos casos.

>Pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, mostrou que a maioria dos adultos com mais de 50 anos não se preocupavam em perguntar aos médicos sobre demência. De acordo com a Pesquisa Nacional sobre Envelhecimento Saudável, apenas 10% das pessoas entre 50 e 64 anos com histórico familiar de demência dizem ter conversado com um médico sobre a prevenção de problemas de memória. Isso é além de 5% de todos os adultos entrevistados que dizem conversar com um profissional de saúde sobre o tratamento da demência.

Para o estudo, foram entrevistadas 1.028 pessoas, das quais cerca de 56% não estavam preocupadas com o desenvolvimento de demência, 38% estavam um pouco preocupadas e 6% estavam muito preocupadas.

Cerca de 73% das pessoas entrevistadas disseram que fazem enigmas e tomam suplementos para combater o declínio cognitivo. No entanto, de acordo com os pesquisadores, isso pode não ser muito eficiente para impedir o declínio cognitivo. Entre os entrevistados com histórico familiar de demência, apenas 10% dos entrevistados disseram ter conversado com um médico sobre a prevenção de problemas de memória.

Para prevenir os sintomas da demência, os pesquisadores recomendam manter a saúde em dia, mantendo uma alimentação saudável, praticando atividades físicas, dormindo bem, mantendo a pressão arterial sob controle e mantendo a mente sempre ativa.

Fonte: Michigan University, 23 de maio de 2019.

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