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Artigos de saúde

Acidentes Infantis

Neste Artigo:

- Acidentes Domésticos Matam um Bebê Por Dia em SP
- Causas Mais Comuns dos Acidentes Infantis
- Cada Etapa da Infância Oferece Seus Riscos
- Em 63,3% dos Casos, Os Acidentes Acontecem em Casa
- A Necessidade de Prevenção
- Prevenindo os Acidentes Infantis
- Equipamentos de Segurança e Situações de Risco
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"Crianças estão muito sujeitas aos mais diversos tipos de acidentes e o controle disso é uma questão de saúde pública, tão alto é o número de vidas abreviadas e invalidadas. Prevenir os acidentes infantis é uma questão de informação e de atenção de pais, educadores e de todos aqueles que zelam pela infância".

Acidentes Domésticos Matam um Bebê Por Dia em SP

Os acidentes domésticos figuram entre as principais causas de morte na infância, além de serem a origem de invalidez em inúmeras crianças. Diversas instituições brasileiras iniciaram, desde a década de 80, a computar os atendimentos em prontos-socorros relacionados aos acidentes domésticos envolvendo a faixa etária de zero a quatorze anos, e os números alcançados são assustadores - nem tanto pela quantidade de vidas abreviadas, mas pelo fato de que muitas destas tragédias poderiam ter sido evitadas com medidas simples e um tanto mais de atenção. Estima-se que, para cada criança que morre outras 900 podem sofrer seqüelas de todo tipo, incluindo invalidez permanente.

Com base em fatos publicados pelo Jornal da Unesp (Universidade do Estado de São Paulo), sabe-se que relatórios da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) demonstram que, entre 1985 e 1993, ocorreram 2.916 mortes de crianças com menos de um ano por acidente no Estado de São Paulo. Todavia, os índices podem ser mais assustadores, pois os pais costumam esconder as notificações de acidentes.

A pesquisadora e psicóloga Sandra Regina Gimeniz-Pascoal, do Departamento de Fonoaudiologia da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp de Marília/SP, desenvolveu tese de doutorado sobre a prevenção às quedas de bebês e, examinando os números do Seade, salientou que "Esses números, porém, são subestimados, pois as mães receiam dizer que a morte foi acidental e as estatísticas oficiais são deficientes".

Outros dados da mesma fonte, através da Sessão de Psicologia, indicam que os acidentes domésticos matam um bebê por dia, no Estado. Segundo artigo do Dr. Evanildo da Silveira, neste jornal, "toda mãe que tem criança pequena sabe que qualquer descuido pode resultar em acidente. As conseqüências podem se resumir a um simples susto, mas podem também provocar seqüelas permanentes e até a morte".

Segundo informações do COREN-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), a atitude preventiva de acidentes infantis é um dos compromissos do Enfermeiro. De acordo com informações de Shirley Rangel Gomes, enfermeira da Unidade Infantil do Hospital e Maternidade São Camilo, o Pronto Socorro Infantil do Hospital registrou, no período de novembro de 1996 a maio de 1997, 566 atendimentos de acidentes infantis, representando 3,1% do total de atendimentos realizados (18.200). "As estatísticas são muito pobres, pois não existe, nos pronto-socorros, um protocolo obrigatório que identifique a causa dos acidentes", acusa a enfermeira, na época Chefe de Enfermagem do Hospital. Sua pesquisa foi exatamente com base em um protocolo aplicado com a ajuda de toda a equipe do hospital.

Causas Mais Comuns dos Acidentes Infantis

De acordo com especialistas em saúde na infância, os acidentes mais comuns envolvendo crianças são provocados por quedas, armas de fogo, afogamentos, engasgos, queimaduras, envenenamentos, sufocação e falta de segurança no transporte. De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, o acidente com transporte é a principal causa de morte infantil. "Está ligado à desatenção dos adultos que insistem em levar as crianças no banco da frente dos carros, no colo das mães e o que é pior, sem o cinto de segurança", advertem.

Conforme os dados de Minas Gerais, maus tratos, brigas, abusos sexuais e queimaduras causaram cerca de 790 mortes de crianças, no ano 2000. Convém destacar que entre os acidentes infantis, a queda da cama ou do trocador de fraldas, por exemplo, figura entre as primeiras razões de morte acidental.

Cada Etapa da Infância Oferece Seus Riscos

De acordo com a pesquisa realizada pela ex-chefe de enfermagem Shirley Rangel Gomes, do Hospital São Camilo, de São Paulo, o maior índice de acidentes observados no Pronto Socorro do Hospital ocorreu na faixa etária de 8 a 12 anos (31,4%). A pesquisadora concluiu que, por esta faixa etária corresponder à fase escolar, a criança desenvolve atividades independentes do seu círculo familiar, na escola, entre os amigos e praticando esportes, o que a expõe a maiores oportunidades de acidentes.

Na seqüência, a segunda faixa etária mais atingida corresponde à etapa dos 2 aos 4 anos incompletos, ou seja, 17,8% do universo pesquisado. Nesta idade, a criança caminha sozinha, sua curiosidade é inata ao seu desenvolvimento e o ambiente pode ser propício aos acidentes, explica a enfermeira. Entre os 4 e 6 anos incompletos, correspondentes à fase pré-escolar, a criança dispõe-se a realizar tarefas ainda inadequadas ao seu desenvolvimento físico e intelectual, o que pode levar a acidentes. A enfermeira concluiu que as outras faixas etárias são importantes, mas representam índices pouco menores, embora com o mesmo risco de morbidade.
De acordo com a pesquisa realizada no Hospital São Camilo, os meninos seriam mais propícios aos acidentes, mas, como representam apenas 56,7% dos acidentes infantis, a enfermeira Shirley, avalia que "esta realidade, dos meninos serem mais propícios aos acidentes, em função de suas brincadeiras serem mais arriscadas, está mudando, uma vez que cada vez mais as meninas estão também brincando mais com bolas, bicicletas, skates". Além disso, ela lembra que meninas se queimam muito, com a mania dos pais de deixarem que brinquem na cozinha. Elas se machucam muito, também, ao jogar vôlei e basquete.

Em 63,3% dos Casos, os Acidentes Acontecem em Casa

Um dado alarmante revelado pela pesquisa da enfermeira, é que em 62,3% dos casos atendidos no Hospital, o local em que se deram os acidentes envolvendo crianças foi sua própria casa ou a de parentes. Com um índice bem mais reduzido, a escola desponta como o segundo palco dos acidentes infantis: 15,7%, seguida da rua, onde ocorrem 11,1% dos casos. "A grande maioria dos acidentes acontece na presença da mãe", diz a enfermeira, que chama a atenção para o fato de que o comportamento das crianças muda muito na presença materna, muitas vezes visando chamar a atenção de uma mãe em geral também ocupada com outros afazeres domésticos.

A Necessidade de Prevenção

Muitos dos acidentes que mutilam a infância - em especial as queimaduras, afogamentos, quedas, agressões, atropelamentos, envenenamentos, transporte inadequado, entre outros - poderiam ser evitados. A conclusão é do Dr. Domingos André, cirurgião do Hospital João XXIII, da Rede Fhemig. De acordo com o especialista, o adulto é o grande responsável por estes traumas. Ele cita que somente no ano passado, o Hospital João XXIII registrou nada menos que 8.791 ocorrências com lesões diversas e 17,4% delas, ou seja, 1.530 atendimentos ocorreram com crianças de um a cinco anos de idade. Ele adverte que o trauma é considerado uma das doenças mais graves do século XX e que, não havendo medidas eficazes de prevenção, pode se tornar uma verdadeira tragédia no início do milênio.

Trabalhando com a prevenção de acidentes infantis, a psicóloga Sandra Regina relatou que "os acidentes infantis, quando não matam, podem mutilar ou deixar seqüelas neurológicas irreversíveis. Como não há vacina contra isso, tem-se que tentar preveni-los, mudando o comportamento das mães". A doutora aponta para o descuido e a negligência de algumas mães no tangente às quedas da cama ou do trocador de fraldas, que geram sérios traumatismos crânioencefálicos em crianças.

A psicóloga cita como principais cuidados para prevenir os acidentes, não deixar os bebês sozinhos; observar cuidados quanto aos trocadores de fraldas; cuidar da segurança dos móveis; evitar camas com colchas de tecido escorregadio; ter atenção e cuidados ao colocar as crianças em cadeirões de alimentação e em berços; ter especial atenção com as janelas abertas, escadas e com os cuidados durante o banho do bebê, para que esse não caia na água e possa se afogar.

Prevenindo os Acidentes Infantis

O Dr. Manuel Naves, pediatra do Pronto Socorro do HRT (Hospital Regional de Taguatinga, de Minas Gerais), publicou em sua página pessoal na Internet uma série de dicas para proteção contra os acidentes infantis, divididas por faixas etárias. A Enfermeira Shirley, por sua vez, autora de uma cartilha de prevenção aos acidentes infantis, editada pelo Hospital São Camilo, de São Paulo, também dá dicas neste sentido e as organiza do mesmo modo: por faixas etárias.

0 aos 6 meses

De acordo com o pediatra, dos 0 aos 6 meses, por exemplo, a criança precisa de proteção o tempo todo e os acidentes tendem a ocorrer mais freqüentemente quando ela adquire o hábito de se virar, engatinhar e pegar objetos.

Ele indica que, para evitar queimaduras, a mãe teste a água do banho com o cotovelo e evite beber líquidos quentes, como café ou sopa, com o filho no colo. Além disso, ele adverte que os únicos locais seguros para que um bebê nesta idade fique sozinho são o berço e o cercadinho. No entanto, é necessário que se verifique se os espaços entre as barras do berço são adequados para que o bebê não passe entre eles ou prenda sua cabeça. Neste sentido, os cercadinhos de malha são considerados os mais seguros.

O médico lembra que nunca se deve deixar uma criança desta faixa etária sem assistência sobre uma mesa de troca de roupas, por exemplo. Para evitar afastar-se, a recomendação é deixar sempre as fraldas à mão antes de largar a criança, recomenda o pediatra.

Dos 0 aos 6 meses, os brinquedos devem ser grandes o bastante para não serem engolidos, além de serem resistentes para não quebrarem. Também é importante que não tenham pontas nem arestas agudas, sendo arredondados e de madeira lisa ou de plástico. Eles também não devem conter tintas tóxicas. Na hora de comprar, recomenda-se que se verifique as recomendações de idade do fabricante, alerta.

É importante também que se mantenha objetos pequenos e agudos, fora do alcance das crianças. O mesmo com os sacos plásticos, fios de telefone longos e travesseiros fofos, que podem ser sufocantes, asfixiando a criança. O médico chama a atenção também para que a criança não durma na mesma cama que os pais, que, ao virarem-se à noite, podem asfixia-la.

Nas viagens de automóvel, as crianças nunca devem ser transportadas no colo das mães no assento dianteiro, pois, em um acidente, o corpo da mãe pode esmagar o do filho contra o painel, sem que esta tenha qualquer controle sobre a situação. O transporte adequado para bebês é a cadeirinha no banco de trás, sempre com cinto de segurança.

7 aos 12 meses

As crianças nesta faixa etária, descreve o Dr. Naves, já começam a engatinhar, ficam de pé e podem começar a caminhar. Eles põem tudo na boca. Deve-se ter cuidado, em especial, com os riscos de afogamento e de queimaduras, evitando-se a cozinha, considerada o local mais perigoso da casa. O médico propõe mesmo que se coloque um bloqueio que impeça a passagem da criança para a cozinha, pois líquidos e alimentos quentes, fios elétricos, torradeiras, bules, garrafas e o próprio fogão são perigosos, assim como a tábua de passar roupa.

Nesta etapa, deve-se manter fora do alcance das crianças todos os remédios e venenos, assim como os produtos perigosos, que devem ser mantidos em suas embalagens originais. Para evitar quedas, compensa usar portas ou portões nas escadarias e baixar o estrado das camas a partir do momento que a criança começa a sentar ou ficar de pé. Os cuidados que vinham sendo tomados até os seis meses podem ser todos mantidos. As tomadas podem passar a ser protegidas com protetores nos soquetes.

1 a 3 anos

O médico de Taguatinga, MG, explica que as crianças de 1 a 2 anos são muito ativas e têm necessidade de investigar, escalando, abrindo portas e gavetas, retirando coisas de armários e brincando com água. O De acordo com a cartilha "Acidentes na Infância" editada pelo Hospital São Camilo, de São Paulo, e disponível no seu site, nesta idade as crianças são ainda fascinadas pelo fogo e capazes de abrir a maioria dos recipientes, além de explorarem armários de louças, medicamentos, mesas de cabeceira, interior de guarda-roupa, geladeiras, fornos, entre outros locais que reservam perigos. Observar de perto as crianças desta idade é essencial para evitar acidentes.

Elas estão muito interessadas no que estão fazendo e tem pouca consciência dos perigos que podem estar correndo. São comuns as quedas e os cortes, por isso é preciso manter as portas ou caminhos para escadas, depósitos ou rua trancadas ou bloqueadas. Vale a pena usar pratos e copos de plástico e verificar os móveis com bordas cortantes. O pediatra ensina que nesta idade as crianças são rápidas e imprevisíveis. Elas podem arremessar e chutar bola, correr, pular e pedalar um velocípede. Elas começam a entender. Mas ainda não sabem o que é perigoso. Elas necessitam de proteção, supervisão e disciplina firme.Na banheira, deve-se usar tapetes não derrapantes e instalar grades em todas as janelas acima do primeiro andar. A cozinha continua sendo uma área de risco.

3 a 5 anos

Com esta idade, explica o pediatra, a criança explora a vizinhança, corre, escala, anda com velocípede, aprende a andar de bicicleta, brinca com outras crianças, atravessa a rua e esses movimentos precisam ser feitos sob atenta vigilância. A enfermeira Shirley ensina ainda que nesta fase as crianças sobem em árvores, ficam em pé em balanços, brincam com mais violência com os brinquedos, bolas pesadas, fósforos e isqueiros, além de experimentarem remédios. Nesta fase, as crianças podem aceitar e responder aos ensinamentos, porém, elas ainda necessitam de proteção.

6 a 12 anos

Aos seis anos, a criança explode em energia e constante movimento. Com um tempo de concentração breve, elas iniciam novas tarefas que não conseguem concluir, são autoritárias e sensíveis. Aos sete anos, elas ficam mais quietas que aos seis, mas são mais criativas e gostam de aventuras. Dos oito aos dez, são curiosas em relação ao funcionamento das coisas, tem maior autonomia para realizar tarefas. Dos dez aos doze, são intensas, observadoras, acham que sabem tudo, são energéticas, indiscretas e argumentadoras. Querem ser líderes e aceitas nos seus grupos, buscando, muitas vezes, atitudes radicais.

Durante esta faixa etária, recomenda o médico, em que os filhos estão longe de casa, por vezes durante horas, disciplina e orientação são essenciais. A escola e grupos comunitários partilham de responsabilidade por sua segurança. "Seus filhos estão participando de equipes esportivas, fazem parte de algum grupo e tentarão algo mais. Podem idolatrar e querer imitar heróis infantis ou uma pessoa mais velha que viva perigosamente" alerta. Segundo o Dr Manuel, crianças nessa idade devem assumir alguma responsabilidade por sua própria segurança, porém é aconselhável andar acompanhada até 11 anos, alerta.

Equipamentos de Segurança e Situações de Risco

Em entrevista exclusiva, por telefone, para esta reportagem, a enfermeira Shirley atenta para o fato da indústria nacional ainda não ter descoberto o grande filão dos equipamentos de segurança para crianças. "A maior parte dos equipamentos disponíveis no mercado são importados e caros, inacessíveis para as classes mais baixas", lamenta. Além disso, acusa, a indústria nacional não faz propaganda do que produz, e as pessoas não conhecem as possibilidades que o mercado oferece.

A enfermeira lembra ainda da precariedade das construções, enfrentadas pelas classes mais baixas da população. Ela relata que é comum receber crianças com graves lesões por quedas de lajes mal construídas ou por terem caído elas próprias de terraços sem proteção. Os poucos playgrounds disponíveis para esta população também carecem de manutenção e são palco freqüente de acidentes, envolvendo cortes em brinquedos enferrujados, perfurações com pregos e fraturas.

Ela chama a atenção ainda para a crueldade comum de colocar lâminas de barbear em escorregadores e garante que a melhor maneira de prevenir este tipo de acidente é realmente contar com a presença constante e atenta das mães.

Outro dado curioso apresentado por Shirley é o da freqüência com que os fios das pipas empinadas pelos meninos causam sérios acidentes. Na semana desta entrevista, ela relatou, um rapaz que dirigia uma moto foi morto pelo fio de uma pipa que havia sido "turbinado" com cerol, pó de vidro utilizado para tornar o fio mais cortante na briga de pipas. Em alguns casos, as crianças também utilizam pó metálico, que além de tudo é condutor de energia e freqüentemente causa eletrificações, quando cruzam com a fiação elétrica da cidade.

A enfermeira chama ainda a atenção para o risco dos pisos encerados e dos tapetinhos, comuns nas casas dos idosos e um perigo tanto para eles quanto para as crianças. A reutilização de embalagens alimentícia com produtos de limpeza é ainda um grande causador de intoxicações entre as crianças, muito fascinadas pelas texturas e cores chamativas dos detergentes, xampus e água sanitária.

Outra ocorrência freqüente nos pronto-socorros relata Shirley, são das crianças que engoliram moedas. A "síndrome do cofrinho", considerada muito engraçada por alguns pais desavisados, pode causar grandes transtornos intestinais. O tratamento, na verdade, é mais doloroso e traumático do que o acidente em si, explica. Para retirar uma moeda do aparelho digestivo de uma criança, é necessário que esta seja levada em jejum para o hospital, que tome anestesia geral e que faça uma endoscopia.

A enfermeira lembra ainda que algumas receitas caseiras para tratar acidentes simples podem causar grandes transtornos e a exposição da criança a tratamentos dolorosos e desnecessários no hospital. Para dar exemplos, ela cita o uso de pomadas, manteiga e óleo sobre as queimaduras e a aplicação de borra de café sobre os cortes.

Ao chegar ao pronto-socorro, é necessário lavar estes "curativos", o que pode ser bastante dolorido para a criança. Para evitar este tipo de iniciativa caseira e prestar o atendimento correto, ela sugere que os pais façam cursos de pronto-socorro, quando possível, ou que chamem o atendimento de resgate em casa, o que pode ser mais rápido e eficiente até do que levar a criança em conduções não habilitadas para o socorro.

A prevenção dos acidentes na infância pode e deve ser instituída. O termo "acidente" implica a sua imprevisibilidade, e embora seja certo que as lesões não tenham maior probabilidade de ocorrer do que as doenças, estar atento para as situações de risco pode evitar perdas irreparáveis.

Copyright © 2002 Bibliomed, Inc.               17 de Maio de 2002




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