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A Suplementação Dietética Após o Infarto do Miocárdio: A Importância dos Ácidos Graxos Encontrados no Óleo de Peixe

Pesquisadores italianos do Gruppo Italiano per lo Studio della Sopravvivenza nell'Infarto miocardico (Grupo Italiano para o estudo da sobrevivência ao infarto do Miocárdio) publicaram na revista Lancet, esta semana, os resultados de uma pesquisa realizada em 11.324 pacientes que sobreviveram a um ataque cardíaco e que se encontravam em fase de recuperação.

Estes pacientes receberam como medicação suplementar n-3 PUFA (n-3 ácidos graxos polissaturados - óleo de peixe) - 1 grama ao dia, vitamina E - 300 mg ao dia, ambos, ou nenhum deles. O controle de eficácia era mensurado baseando-se na ocorrência de morte, infarto do miocárdio não-fatal, e derrame cerebral.

Os efeitos benéficos do óleo de peixe já foram por diversas vezes demonstrados, por prevenirem o surgimento de arritmias.

Os resultados do estudo mostraram que, enquanto a vitamina E não teve resultados benéficos nestes pacientes, o óleo de peixe diminuiu em 10% o risco de eventos cardiovasculares. Os autores concluem ainda que a vitamina E, apesar de anteriormente ser aceita como benéfica em pacientes com passado de ataques cardíacos, não se mostrou eficaz neste trabalho, exigindo novas pesquisas para determinar a sua exata função.

Fonte: Lancet 1999;354:447-455

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