Category Archives: Saúde do bebe e da criança

Passar muitas horas em frente à TV não ajuda no aprendizado da criança

Saúde do bebe e da criança

As crianças passam cada vez mais tempo em frente à televisão, deixando de lado brincadeiras que envolvam atividades físicas. Contudo, pesquisadores norte-americanos alertam que passar horas em frente à tela prejudicam os pequenos, em especial os menores de dois anos.

De acordo com a Academia de Pediatria dos Estados Unidos, a crença de que os programas infantis ajudam no aprendizado na primeira infância nunca foi comprovada cientificamente. Os pesquisadores ressaltam que não estão fazendo apologia contra a televisão, mas apenas alertando os pais para a importância que as brincadeiras têm no aprendizado e na saúde dos filhos.

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Intoxicação infantil por medicamentos é cada dia mais comum

Saúde do bebe e da criança

Pesquisa divulgada pelo Centers for Disease Control and Prevention’s Medication Safety Program, nos Estados Unidos, evidenciou um problema sério: uma em cada 150 crianças norte-americanas de até dois anos de idade dão entrada em emergências de hospitais por overdose acidental de medicamentos.

De acordo com Dr. Dan Budnitz, coordenador da pesquisa, o número de overdoses acidentais em crianças cresceu 20% nos últimos anos. “Os pais podem não estar cientes sobre o perigo que representa deixar medicamentos em locais onde as crianças podem alcançar”, diz.

Confira os conselhos do Dr. Budnitz sobre regras de segurança na hora de guardar medicamentos:

  • Escolha locais para guardar os medicamentos onde a criança não alcance e de preferência onde não os vejam;
  • Nunca deixe vitaminas e medicamentos juntos, pois podem ocorrer trocas acidentais.
  • Quando seu filho estiver doente, não mantenha os medicamentos dele próximo à cama da criança, pois ele pode querer se automedicar.
  • Sempre confira se os potes e vidros estão devidamente fechados.
  • Nunca diga à criança que remédio é doce, pois ele pode acreditar e querer tomá-lo em outras ocasiões.
  • Se estiver recebendo hospedes em sua casa, pergunte se mantêm medicamentos na mala e peça para mantê-los em locais onde a criança não possa encontrá-lo.
  • Mantenha sempre em local de fácil acesso o número da emergência para casos de intoxicação.

 

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Alterações de humor em grávidas podem prejudicar feto

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A depressão durante a gravidez já foi associada a complicações na saúde do bebê, mas uma nova pesquisa (desenvolvida na Universidade da Califórnia, no EUA) aponta que talvez não seja a doença em si que causa os danos, mas sim as flutuações de humor sofridas pela mãe.

Pesquisadores realizaram testes de habilidades mentais e motoras em um grupo de bebês, e as crianças que passaram por gestações em que o humor da mãe permaneceu constante tiveram resultados melhores do que crianças cujas mães tinham instabilidade de humor. Os cientistas acreditam que os cérebros dos fetos podem sentir o estado emocional da mãe e reagir a ele. Dessa forma, as mudanças de humor teriam efeitos diretos no desenvolvimento do bebê.

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Brincar torna a criança mais criativa e comunicativa

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Pesquisa realizada no Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de São Paulo (USP) comprova o que muitos já sentiam na prática: crianças têm contato com brinquedos e jogos educativos se desenvolvem melhor.

Realizada pela professora e psicóloga Paula Brichal, a pesquisa envolveu crianças de duas creches comunitárias de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e mostrou que mesmo os bebês podem se beneficiar desses jogos. “Quando o bebê aperta, morde, senta, joga, enfim, explora o brinquedo, desencadeia nele o prazer de estar com aquele objeto. Essas novas sensações e experiências são fundamentais para seu desenvolvimento”, descreve.

Os brinquedos e jogos educativos não são caros e atendem crianças de várias idades. Os usados por Paula em sua pesquisa foram: quatro bolas de tamanhos e cores diversos, caixa de encaixe, chocalho, livro de banho [de plástico, para ser usado por bebês durante o banho] e potes de empilhar.

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Crianças que brincam aprendem mais do que as que vêem TV

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Criança que brinca aprende mais do que as que passam a maior parte do dia na frente da televisão. A constatação é da Academia Americana de Pediatria (AAP), que recomendam aos pais limitar o tempo que os filhos passam na frente da TV, em especial, os menores de dois anos.

Pesquisa realizada pela AAP mostrou que 90% dos pais afirmaram deixar seus filhos com até dois anos em frente à TV ou outro dispositivo eletrônico por, em média, duas horas diárias. A pesquisa mostrou também, que um terço das crianças com três anos ou mais tinha televisão no quarto, e que os pais acreditam que programas educativos são importantes para o desenvolvimento saudável da criança.

Segundo a AAP, o ideal é que a criança brinque com objetos próprios para sua idade. A Academia não recomenda deixar televisão no quarto dos pequenos. Veja abaixo uma lista com as descobertas da pesquisa:

  • A brincadeira é mais valiosa para o desenvolvimento do cérebro infantil do que os meios eletrônicos. Ao brincar, elas aprendem a ser criativas, a resolver problemas e também desenvolvem habilidades motoras.
  • Pais que assistem TV com as crianças ajudam na forma com
    o elas entendem. Porém, elas aprendem mais com apresentações ‘ao vivo’ do que com as transmitidas na televisão.
  • Crianças que são excessivamente expostas a alternativas eletrônicas são mais propensas a ter atrasos de linguagem e problemas de desenvolvimento quando começam a estudar.
  • Embora muitos programas infantis afirmem ser educativos, faltam evidências para comprovar isso.
  • Programas só são educativos para crianças se elas conseguirem entender o conteúdo e o contexto do vídeo.
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Antidepressivos podem estar associados ao autismo

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De acordo com um novo estudo (desenvolvido na Universidade do Mississippi – EUA), ratos de laboratório que foram expostos a antidepressivos pouco antes e depois do nascimento mostram anormalidades cerebrais e comportamento indicativo de autismo.

Apesar de a pesquisa ter sido feita em animais, o estudo fornece evidências para a suspeita de existência da relação entre o uso de antidepressivos durante a gravidez e o autismo em crianças. Após serem expostos ao citalopram, um inibidor seletivo de recaptação de serotonina, os filhotes mostraram ter medo excessivo de novas situações e não conseguiram brincar normalmente com outros filhotes.

“Nossos resultados sublinham a importância de níveis balanceados de serotonina – não muito altos nem muito baixos – para a maturação apropriada do cérebro”, afirma o pesquisador Rick Lin.

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Crianças abaixo de dois anos não devem assistir TV, afirma estudo

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Pesquisadores alertam! Pais de crianças abaixo de dois anos de idade devem evitar ao máximo que elas assistam televisão. O tempo que seria gasto em frente à tela deve ser usado para brincadeiras.

De acordo com a Academia de Pediatria dos Estados Unidos, não existem provas de que programas educacionais sejam benéficos a crianças dessa idade. Além disso, o hábito de assistir televisão pode estar relacionado a distúrbios de sono e atraso de fala em bebês. Até mesmo a presença de uma televisão ligada de fundo em um ambiente pode ser prejudicial por distrair a criança de suas brincadeiras e distrair os pais de sua interação com o filho.

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Gêmeos são mais comuns em países centroafricanos

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O índice de nascimentos de gêmeos não é o mesmo para todas as regiões do planeta. De acordo com um estudo holandês, a África Central é a localização onde o nascimento de gêmeos é mais comum, enquanto a Ásia e a América Latina possuem taxas muito mais baixas. O país africano Benin tem a maior média de gêmeos do planeta, com 27,9 gêmeos a cada 1000 nascimentos.

Os pesquisadores acreditam que os resultados encontrados pelo estudo podem ajudar cientistas a compreenderem melhor os fatores que possibilitam o nascimento de gêmeos, que variam entre características da mãe – como idade, altura, dieta e genética – e diferenças de mortalidade entre meninos e meninas em diferentes regiões.

A pesquisa foi publicada no periódico PLoS ONE.

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Mau hálito em crianças merece atenção

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Estudo publicado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo apontou que 63% das crianças com idade entre 3 e 14 anos apresentam mau hálito. Na maioria das vezes as crianças não são capazes de identificar o problema sozinhas, e cabe aos pais identificar e procurar ajuda para o filho, já que odores na boca podem estar relacionados à limpeza incorreta da boca ou até problemas no aparelho digestivo.

Gilberto Pucca, coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, recomenda que a higienização do dente seja feita logo que esses comecem a despontar na gengiva. “Na medida em que uma criança tem mau hálito, ela pode ter problemas de relacionamento com outras crianças, a mesma coisa que acontece com adultos. E o que é mais grave é que a pessoa que tem, principalmente a criança, não sabe que tem. Então é importante que no caso especifico das crianças, os pais fiquem atentos a essa questão. Primeiro: para evitar possível problema social. Segundo: para fazer o tratamento indicado para o caso”, explica dr. Pucca.

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Bebês são capazes de sentir dor antes do parto

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Uma nova descoberta pode auxiliar cuidados clínicos e tratamentos de bebês prematuros. Pesquisadores ingleses estão tentando determinar o momento em que bebês começam a sentir a diferença entre toques e dor. De acordo com uma pesquisa recente, isso poderia acontecer até mesmo antes do parto.

“Bebês podem distinguir estímulos dolorosos como diferentes de toques gerais aproximadamente nas semanas 35 e 37 de gestação, logo antes de quando uma criança normal nasceria”, explica o pesquisador Lorenzo Frabrizi da University College London (Inglaterra).

A teoria foi testada através de exames de eletroencefalogramas feitos durante o Teste do Pézinho. Análises da atividade cerebral dos bebês durante o experimento indicaram que os bebês estavam sentindo dor. Os pesquisadores acreditam que os resultados encontrados podem ter impacto na forma como cuidados médicos são aplicados a recém nascidos e também explicar como algumas crianças são mais sensíveis à dor do que outras.

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