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Aspectos epidemiológicos dos tumores de pele

13 de fevereiro de 2008 (Bibliomed). A pele é um órgão extenso que responde por cerca de 16% do peso corporal. Apresenta importantes funções na manutenção da harmonia do funcionamento orgânico, como auxílio na excreção de toxinas, na regulação da temperatura corporal e na proteção de estruturas nobres. A pele pode ser sede de diversos tumores, os quais costumam estar associados à exposição solar contínua e desprotegida.

Estima-se que os tumores cutâneos atinjam 1,1 em cada 100 indivíduos na Austrália, segundo assinalam pesquisadores da University of Sydney que publicaram um estudo na revista Australian Family Physician em Dezembro de 2007. O câncer da pele é mais freqüente dentre os homens, os quais apresentam risco 1,6 vezes maior de apresentar este tipo de lesão em comparação ao sexo feminino. O avançar da idade também constitui fator de risco para o aparecimento de tumores da pele, sendo estes encontrados em 0,4 / 100 pessoas, 1,4 / 100 pessoas, 2,1 / 100 pessoas e 2,5 / 100 pessoas com idade entre 25 a 44 anos, 45 a 64 anos, 65 a 74 anos e maiores de 75 anos, respectivamente.

A abordagem terapêutica usual para o câncer de pele envolve a realização de sua excisão operatória. Outras opções conservadoras incluem o tratamento clínico com aplicações tópicas de diversos compostos. Grande parte dos indivíduos com tumor de pele são referidos ao especialista em dermatologia, enquanto outros recebem encaminhamento para o cirurgião plástico.

Assim, os autores concluiram que os tumores de pele devem ser adequadamente identificados e precocemente tratados, a fim de garantir melhora da sobrevida e redução das seqüelas inerentes à terapia cirúrgica.

Fonte: Australian Family Physician 2007; 36 (12): 984 – 985 (December).

Copyright © 2008 Bibliomed, Inc.

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