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Insônia – perspectivas recentes do tratamento

12 de fevereiro de 2008 (Bibliomed). A insônia é um dos transtornos do sono mais comuns na população. Resulta em piora significativa na qualidade de vida e na capacidade laborativa, uma vez que cursa com má qualidade do sono, sonolência diurna exagerada, déficits de concentração e queda da capacidade intelectual, dentre outras manifestações. A insônia pode ser um distúrbio primário, sem causa identificável, assim como pode ser resultado de situações como estresse psíquico, depressão, ansiedade, viagens longas com mudança de fuso horário.

As pesquisas mais recentes acerca da insônia têm apontado para algumas mudanças na abordagem terapêutica da enfermidade, segundo assinalam pesquisadores norte americanos que publicaram um estudo na revista The American Journal of Managed Care. Os autores afirmam que a insônia raramente ocorre como uma condição isolada, sendo usualmente acompanhada de outras comorbidades. O tratamento da condição de base costuma culminar em melhora dos sintomas atribuídos à insônia.

Por sua vez, existem indivíduos portadores de quadro crônico de insônia, os quais são o grande desafio para o controle da doença. Os doentes com quadro de insônia apresentam um risco maior de apresentar distúrbios psiquiátricos, abuso de álcool e drogas, pior performance laborativa, acidentes, bem como representam importantes gastos nos serviços de saúde. As novas perspectivas de tratamento para a doença envolvem o uso de medicamentos para dormir não apenas no período noturno e de forma descontínua e flexível.

Dessa forma, os autores concluem que a insônia não deve ser abordada apenas como um sintoma, mas sim como um distúrbio com notáveis conotações pessoais e sociais.

Fonte: Am J Manag Care. 2007; 13 (5 Suppl): S117 – 20

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