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África do Sul Aprova Droga Anti-Aids

Johannesburgo, (Reuters). O principal conselho médico da África do Sul aprovou o uso de uma combinação de drogas anti-Aids que contém AZT, afirmou o laboratório Glaxo Wellcome, fabricante da droga, na terça-feira. A aprovação foi a primeira reafirmação da eficácia de compostos de AZT por um conselho médico oficial desde que o presidente sul-africano, Thabo Mbeki, deu início a um intenso debate ao afirmar que o HIV não é a causa da Aids e indicar os chamados "dissidentes da Aids" para compor sua comissão consultora sobre a doença.

"Esta é uma forte aprovação de um conselho respeitável...O MCC não tem problemas com a eficácia da droga. Ele invalida o que foi dito", disse Peter Moore, diretor médico da Glaxo Wellcome na África do Sul.

O Conselho de Controle de Medicamentos (MCC) da África do Sul aprovou e registrou a droga anti-retroviral Combivir -- uma mistura de zidovudina (AZT) e lamivudina (2TC) -- em 10 de novembro e a droga estará disponível em farmácias na próxima semana, de acordo com o laboratório.

Mkebi vem recebendo duras críticas da comunidade científica internacional desde que questionou a eficácia do AZT e negou seu acesso a gestantes e vítimas de estupro em hospitais do sistema público de saúde.

A África do Sul está no centro da crise global da Aids -- cerca de 4,2 milhões ou um em dez sul-africanos são HIV positivo -, mas o AZT está oficialmente disponível no país somente no setor privado desde seu registro local há 11 anos.

Sinopse preparada por Reuters Health

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