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Maitê Proença Será Indenizada

A pílula anticoncepcional Microvlar continua gerando polêmica. Nesta semana, o juiz Werson Franco Pereira Rêgo condenou a Schering do Brasil (laboratório que fabrica a pílula) a pagar, por danos morais, 2 mil salários míninos US$ 150 mil à atriz Maitê Proença.

Maitê fez, um 1998, uma campanha publicitária para o relançamento da pílula no mercado nacional. A imagem da Microvlar estava desgastada depois que diversas mulheres engravidaram porque haviam tomado placebos ao invés da pílula, por causa de um erro do laboratório.

Mas o relançamento da Microvlar também foi um fracasso. Na época em que Maitê estava na TV fazendo propaganda da pílula, foi descoberta uma cartela contendo uma drágea a menos. O laboratório disse que esse tipo de problema ocorre eventualmente mas mesmo assim acabou suspendendo a campanha.

Por causa disso, Maitê Proença entrou com uma ação de perdas e danos. A decisão, no entanto, será contestada judicialmente pelas duas partes. Os advogados da atriz consideram o valor muito baixo. Os advogados da empresa acham o contrário. Segundo eles, R$ 302 mil ou US$ 150 mil é excessivo, já que a mulher que engravidou por causa da “pílula de farinha” acabou recebendo de indenização R$ 130 mil ou US$ 63 mil. A pílula Microvlar continua no mercado e dá um faturamento mensal ao laboratório de US$ 897 milhões.

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