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29 de abril de 2026 (Bibliomed). A Organização Mundial da Saúde pediu proteção urgente a profissionais de saúde, hospitais e serviços médicos diante da escalada do conflito no Oriente Médio. O alerta foi destacado em reportagem publicada no BMJ, que reuniu preocupações de entidades humanitárias e de saúde.
Segundo a publicação, a OMS, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e os Médicos Sem Fronteiras pediram contenção imediata para evitar o agravamento da crise. Em guerras, hospitais podem deixar de funcionar, equipes médicas ficam sob risco e faltam medicamentos, equipamentos e insumos básicos.
A reportagem descreve aumento dos confrontos envolvendo Irã, Israel e grupos armados aliados, com ataques e ações militares em diferentes áreas. A preocupação é que a violência cause mais mortes, deslocamentos forçados e interrupção de atendimentos essenciais.
Proteger profissionais de saúde e hospitais em conflitos armados é uma obrigação prevista pelo direito internacional. Quando unidades médicas são atingidas ou trabalhadores são ameaçados, toda a população civil sofre, incluindo feridos, crianças, gestantes, idosos e pessoas com doenças crônicas.
O BMJ destaca que o maior risco é o colapso da assistência em regiões que já enfrentavam sistemas de saúde fragilizados.
Fonte: BMJ. DOI: 10.1136/bmj.s445.
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