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Exercício na meia-idade e na velhice pode reduzir o risco de demência

20 de janeiro de 2026 (Bibliomed). Um estudo com mais de 4 mil participantes do Framingham Heart Study acompanhados por até 40 anos reforça que manter-se ativo na meia-idade e na velhice faz diferença para a saúde do cérebro. Os pesquisadores observaram que pessoas muito ativas entre 50 e 60 anos tiveram cerca de 41% menos risco de desenvolver demência do que as menos ativas. Entre os mais velhos, a redução chegou a 45%.

Já a atividade física no início da vida adulta não mostrou uma relação clara com a prevenção da demência neste estudo. A explicação possível é que, a partir da meia-idade, começam mudanças naturais no cérebro e no corpo, e o exercício pode ajudar a proteger funções como memória e raciocínio.

Atividades moderadas a intensas — como caminhada mais rápida, bicicleta, natação ou jardinagem pesada — parecem ser as mais associadas ao benefício. A mensagem é simples: começar a se movimentar mais, mesmo depois dos 50 ou 70 anos, pode ser uma estratégia acessível para reduzir o risco de demência, incluindo Alzheimer.

Fonte: JAMA Network Open. DOI: 10.1001/jamanetworkopen.2025.44439.

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