Blog de Boa Saúde

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  • Nutrição Saúde da família

    Alimentos integrais e fibras ajudam a prevenir câncer colorretal

    21 de novembro de 2011

    Há muito tempo médicos e nutricionistas vêm indicando a inclusão de alimentos integrais e ricos em fibras na alimentação. Agora, estudo realizado por pesquisadores da Grã-Bretanha e da Holanda sugere que o consumo de cereais pode reduzir o risco de câncer colorretal. De acordo com cientistas do Imperial College of London, para cada dez gramas de aumento no consumo de fibras há uma queda de 10% no risco deste tipo de câncer.

    Além desses benefícios, os alimentos integrais ainda ajudam na proteção contra problemas cardiovasculares. “Quanto mais fibras como estas você come, melhor é. Até quantidades menores têm algum efeito”, afirma Dagfinn Aune, uma das autoras do estudo.

    • Saiba mais sobre o estudo em Diário da Notícia
    • Comer fibras pode ajudar a emagrecer, veja em Boa Saúde
    • Alimentos podem ajudar a combater o câncer, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Maternidade Saúde da família

    Amamentação pode aumentar QI

    18 de novembro de 2011

    Um estudo desenvolvido ao longo de sete anos na Polônia (Jagiellonian University Medical College) realizou testes de inteligência em crianças que foram amamentadas e que foram alimentadas através de mamadeiras, comparando os resultados. As análises dos pesquisadores mostraram que o valor de QI dos bebês era diretamente proporcional à amamentação e ao tempo de duração da prática.

    Os pesquisadores acompanharam 468 bebês que nasceram de mães não fumantes. Entre a infância e a idade escolar, essas crianças foram testadas cinco vezes. As crianças amamentadas por mais de seis meses tiveram resultados 3,8 pontos mais altos do que as outras, sendo que os bebês amamentados por três meses tiveram uma pontuação 2,1 mais alta e os pontos de bebês que foram amamentados entre quatro e cinco meses foram 2,6 mais altos.

    A pesquisa favorece a recomendação da Organização Mundial de Saúde, que afirma que crianças devem ser exclusivamente amamentadas durante os primeiros seis meses de vida.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre as vantagens da amamentação em Boa Saúde
    • Amamentação diminui riscos de doenças cardíacas na vida adulta, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Nutrição

    Frutas do cerrado têm propriedades funcionais comprovadas

    18 de novembro de 2011

    Gabiroba, guapeva e murici são nomes que podem soar estranhos a alguns, mas são frutas muito apreciadas por morados da região do cerrado brasileiro. A cultura popular já dizia que essas que essas frutas têm efeitos positivos sobre a saúde humana, como efeitos antiinflamatório e antioxidante. Contudo, isso nunca foi comprovado cientificamente.

    Agora, estudo realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), confirmou resultados positivos em relação ao potencial destas frutas. Segundo a pesquisadora Luciana Malta, autora do estudo, as frutas podem ser usadas na forma in natura ou como ingredientes funcionais nas indústrias farmacêuticas, alimentícia e cosmética, além de contribuir no combate ao desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, tais como câncer e diabetes.

    • Leia mais sobre o estudo em Diário da Saúde
    • Frutas e vegetais previnem catarata em Bibliomed (para assinantes)
    • Frutas e vegetais podem ajudar a conquistar um bronzeado perfeito
    Published by: Natália Barbosa
  • Saúde da família Saúde da mulher

    Álcool aumenta riscos de doenças da mama em meninas adolescentes

    17 de novembro de 2011

    O consumo de álcool pode ser especialmente maléfico para meninas adolescentes com histórico familiar de doenças benignas da mama. A ingestão de bebidas alcoólicas pode aumentar as chances de que essas meninas desenvolvam alguma dessas condições durante a juventude.

    As doenças benignas da mama podem causar lesões inflamatórias e dores nos seios. Esse tipo de condição é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama. De acordo com um estudo desenvolvido na Washington University (EUA), meninas cujas mães ou tias tiveram câncer de mama correm duas vezes mais riscos de desenvolverem esses problemas

    “A pergunta mais normal que nós escutamos de mulheres com histórico familiar de doença de mama é ‘Como nós podemos prevenir o câncer de mama em nossas filhas? ’”, afirma o pesquisador Dr. Graham A. Colditz. “Isso aponta uma estratégia de risco mais baixo – ou de evitar o aumento do risco – através da limitação de ingestão de álcool”.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia mais sobre a incidência de câncer de mama em mulheres jovens, em Boa Saúde
    • Leia sobre outros fatores do câncer de mama em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Comportamento Saúde do bebe e da criança

    Brincar torna a criança mais criativa e comunicativa

    17 de novembro de 2011

    Pesquisa realizada no Instituto de Psicologia (IP) da Universidade de São Paulo (USP) comprova o que muitos já sentiam na prática: crianças têm contato com brinquedos e jogos educativos se desenvolvem melhor.

    Realizada pela professora e psicóloga Paula Brichal, a pesquisa envolveu crianças de duas creches comunitárias de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e mostrou que mesmo os bebês podem se beneficiar desses jogos. “Quando o bebê aperta, morde, senta, joga, enfim, explora o brinquedo, desencadeia nele o prazer de estar com aquele objeto. Essas novas sensações e experiências são fundamentais para seu desenvolvimento”, descreve.

    Os brinquedos e jogos educativos não são caros e atendem crianças de várias idades. Os usados por Paula em sua pesquisa foram: quatro bolas de tamanhos e cores diversos, caixa de encaixe, chocalho, livro de banho [de plástico, para ser usado por bebês durante o banho] e potes de empilhar.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Agência USP
    • Entenda melhor o processo de aprendizagem em Boa Saúde
    • Veja a importância do brincar em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento Saúde da mulher Sexologia

    Meditação pode melhorar sexo para mulheres

    16 de novembro de 2011

    A ansiedade e problemas de autoestima podem impedir que a mulher se sinta confortável durante a relação sexual. Frequentemente elas têm pensamentos como “eu sou bonita o suficiente?” ou “será que eu estou fazendo isto da forma correta?” durante o ato, e não conseguem sentir o estímulo sexual inteiramente.

    De acordo com um novo estudo desenvolvido na Univesidade Brown (nos EUA), a meditação de consciência plena pode ajudar essas mulheres a controlarem melhor seus pensamentos, por ensinar o indivíduo a concentrar sua mente no momento presente, silenciando os ruídos mentais.

    “Ao invés de sentir, elas ficam presas em suas cabeças”, explica a pesquisadora Gina Silverstein. “É impressionante como a meditação de consciência plena pode aumentar a autocompaixão, diminuir a ansiedade e melhorar a atenção”, completa.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Veja como a meditação pode ajudar no controle do estresse em Boa Saúde
    • Veja como a meditação ajuda no controle das emoções em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: admin
  • Beleza Comportamento Saúde da mulher

    Saltos de até cinco centímetros podem trazer benefícios para saúde

    16 de novembro de 2011

    Vilão dos pés, mas herói do figurino. O salto alto faz a cabeça da mulherada, e também dos homens, que veem esses sapatos como objetos de fetiche. Contudo, esses são amplamente criticados por médicos e podem causar dores e bolhas em algumas ocasiões.  O professor de cirurgia vascular e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), João Potério Filho, estudou o salto alto e chegou à altura ideal: cinco centímetros.

    O pesquisador fez com que as voluntárias andassem na esteira com sapatos de salto alto e esse experimento mostrou que aqueles com até cinco centímetros ajudam a bombear mais sangue e a diminuir a pressão nas pernas. “Mas isso não vale para as pessoas que tem o joelho em X ou pé chato”, diz o médico. “Para quem não tem estes problemas, não há contraindicação e o uso é até indicado”. Além do tamanho, é preciso dar atenção à estabilidade. O salto muito fino facilita as entorses e as quedas, por isso não é indicado.

    “Um dos sinais de que a mulher não está adaptada ao sapato que usa é a postura. Se estiver com o tronco muito para frente e com a lombar muito curva (bumbum empinado), é indício de que está fazendo muito mais esforço para caminhar”, orienta o especialista.

    • Leia mais sobre o estudo em Prontuário de Notícias
    • O uso de saltos podem aumentar os riscos de hérnia de disco? Veja em Boa Saúde
    • Usar saltos altos pode evitar as varizes, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Mulheres se sentem mais atraídas por bons dançarinos, afirma estudo

    14 de novembro de 2011

    Homens que se arriscam na pista de dança podem estar demonstrando mais do que apenas suas habilidades como dançarinos. De acordo com uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Gottingen, na Alemanha, mulheres julgam a personalidade de um homem através de seus passos de dança. Elas acreditam, por exemplo, que bons dançarinos são mais escrupulosos e agradáveis.

    A pesquisa foi construída com bases em descobertas anteriores que apontam que mulheres pensam que os passos de dança de homens mais fortes são mais atraentes e mais assertivos, e que homens que gostam de se arriscar também são melhores dançarinos.

    “Nós dizemos que a personalidade é – até certo ponto – sinalizada através de movimentos do corpo (a dança em particular, já que ela é o movimento corporal mais complexo)”, explica o pesquisador Bernard Fink. “Se isso for verdade, explicaria porquê a dança é um tópico tão proeminente em quase todas as sociedades humanas”.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Leia sobre os benefícios das atividades aeróbicas em Boa Saúde
    • Quer diminuir o estresse? Vá dançar! – leia em Bibliomed (para assinantes)

     

     

    Published by: admin
  • Comportamento

    Consumidores não leem a tabela nutricional dos alimentos

    14 de novembro de 2011

    Desde 2001, é norma que as embalagens de alimentos tragam impressas as informações nutricionais referentes àquele produto. A medida foi imposta para que os consumidores tivessem acesso a informações que os ajudassem a escolher o que era melhor para sua saúde. Contudo, pesquisa realizada na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, comparou os consumidores que dizem ler as tabelas e os que realmente as leem.

    Para tal, os pesquisadores utilizaram câmeras especiais que rastrearam onde os olhos dos consumidores focavam quando olhavam as embalagens dos produtos. Em seguida, eles foram entrevistados e relataram o quanto achavam importante as tabelas nutricionais e o quanto eles haviam lido.

    Os resultados mostraram que o número de pessoas que afirmavam ler as tabelas nutricionais era muito maior do que os que realmente as liam. Os equipamentos especiais mostraram que quando os consumidores olhavam para tabela nutricional, focavam-se em seu centro, o que evidencia que esses liam os primeiros itens e interrompiam a leitura antes de chegar ao final da tabela.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Prontuário de Notícias
    • Conheça as calorias de cada alimento em Boa Saúde
    • Desde 2001 as empresas são obrigadas a informar os valores nutricionais de seus alimentos, veja em Bibliomed (para assinantes)
    Published by: Natália Barbosa
  • Comportamento

    Por que o barulho de unhas arranhando um quadro negro incomoda?

    11 de novembro de 2011

    Barulhos como garfos arranhando pratos e unhas arranhando quadros negros podem ser muito irritantes, mas por que isso acontece? Para entender esse fato, pesquisadores desenvolveram um estudo, submetendo voluntários a diversos tipos de sons e analisando mudanças físicas que eles causavam, como variações de pressão sanguínea, taxa de batimento cardíaco, indicadores de estresse e condutividade elétrica da pele.

    Os experimentos mostraram que os barulhos considerados ofensivos pelos voluntários mudavam a condutividade elétrica da pele dessas pessoas, mostrando que os ruídos causam uma reação física significativa.

    Os pesquisadores acreditam que isso pode acontecer devido a mudanças evolutivas no organismo. Ruídos como os causados por unhas arranhando certas superfícies se encaixam entre frequências de 2,000 e 4,000 Hz, assim como choros de bebês e a maioria dos barulhos da fala humana. Assim, o canal do ouvido humano pode ter evoluído de forma que pudesse amplificar barulhos nessa frequência, aumentando as chances de sobrevivência da prole e melhorando a comunicação durante caçadas. A sensibilidade a ruídos irritantes seria um efeito colateral dessa evolução

    A pesquisa foi apresentada na reunião de 3 de novembro da Acoustical Society of America.

    • Leia mais sobre a pesquisa em Live Science (em inglês)
    • Perda auditiva entre os jovens é cada vez mais comum. Leia em Boa Saúde
    • Como seria ouvir os barulhos que acontecem dentro do seu corpo? Leia em Bibliomed (para assinantes)

     

    Published by: admin

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