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Artigos de saúde

O Encontro com a Morte

A médica psiquiatra suíça Elizabeth Kubler-Ross observou que após o choque de se saber sobre a condição que o levará à morte a pessoa passa por 5 fases psicológicas: negação, raiva, barganha, preocupação e aceitação. Na fase de negação a pessoa se recusa a reconhecer a realidade e age ignorando a doença. A seguir a pessoa tende a ficar raivosa ressentida das pessoas que estão saudáveis e culpando médicos e familiares de suas incapacidades em ajudar. Na fase da barganha ou da pechincha a pessoa passa a "comprar tempo" através de preces pedindo por "mais um ano de vida...". Esta fase é seguida pela compreensão da realidade quando em geral há tendência à depressão e à tristeza, lamentando a perda da vida. Na fase final apesar de sempre persistir algum sentimento de medo e raiva a pessoa se torna preparada para a morte com paz e dignidade.

Muitas vezes a morte é o fim de um longo suplício, é a libertação...

A consciência de seu fim transforma o homem de certa maneira em um privilegiado e, segundo o teólogo Teillard de Chardin ( 1881-1955 ), o torna objeto de sua própria reflexão. Desta maneira, refletindo sobre a morte, podemos concluir pela imortalidade do homem ao notar que se perpetua através do repasse de seu patrimônio genético aos seus descendentes, ou através de sua obra cultural pode se integrar ao patrimônio da Humanidade e se eternizar.

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