﻿{"id":7668,"date":"2021-02-24T06:55:00","date_gmt":"2021-02-24T09:55:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/?p=7668"},"modified":"2021-02-24T08:36:25","modified_gmt":"2021-02-24T11:36:25","slug":"insonia-persistente-e-mais-frequente-que-a-situacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/insonia-persistente-e-mais-frequente-que-a-situacional\/","title":{"rendered":"Ins\u00f4nia persistente \u00e9 mais frequente que a situacional"},"content":{"rendered":"\n<p align=\"justify\"> Estudo da Universidade Laval, no  Canad\u00e1, sugere que a ins\u00f4nia persistente pode ser mais comum do que a ins\u00f4nia  situacional. \n  Ins\u00f4nia persistente \u00e9  classificada quando h\u00e1 a presen\u00e7a de pelo menos um dos sintomas previstos pela  Classifica\u00e7\u00e3o Internacional dos Dist\u00farbios de Sono: dificuldade cr\u00f4nica para  pegar no sono, ou manter o sono, ou despertar muito cedo pela manh\u00e3, dist\u00farbios  acompanhados de sensa\u00e7\u00e3o de noites mal dormidas e sonol\u00eancia diurna.<\/p>\n\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p align=\"justify\"> Os pesquisadores analisaram 3.072  adultos por cinco anos com questionamentos anuais. Desses, 13,9% daqueles com  sem ins\u00f4nia no in\u00edcio do estudo desenvolveram uma s\u00edndrome de ins\u00f4nia durante o  acompanhamento e 37,5% daqueles com ins\u00f4nia no in\u00edcio do estudo relataram  ins\u00f4nia persistente. As taxas de ins\u00f4nia persistente foram maiores entre os indiv\u00edduos  com ins\u00f4nia mais grave no in\u00edcio do estudo, enquanto a remiss\u00e3o foi mais  prov\u00e1vel naqueles com ins\u00f4nia menos grave.<\/p>\n<p align=\"justify\"> A equipe de Morin classificou a  s\u00edndrome da ins\u00f4nia como aqueles que tinham problemas para dormir pelo menos  tr\u00eas noites por semana. Uma categoria menos grave incluiu aqueles que tomaram  medicamentos para dormir pelo menos uma vez por semana, mas n\u00e3o mais do que  tr\u00eas vezes por semana, ou aqueles que relataram estar insatisfeitos com o sono  sem todos os sintomas t\u00edpicos de ins\u00f4nia.<\/p>\n<p align=\"justify\"> Segundo os pesquisadores, a  ins\u00f4nia persistente est\u00e1 relacionada a uma s\u00e9rie de resultados negativos para a  sa\u00fade, incluindo depress\u00e3o, ansiedade, hipertens\u00e3o, diabetes, doen\u00e7as card\u00edacas  e at\u00e9 suic\u00eddio, e por isso, \u00e9 importante identificar e intervir precocemente.<\/p>\n<p align=\"justify\"> Fonte: JAMA Network Open. DOI: 10.1001\/jamanetworkopen.2020.18782.<\/p>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da Universidade Laval, no Canad\u00e1, sugere que a ins\u00f4nia persistente pode ser mais comum do que a ins\u00f4nia situacional. Ins\u00f4nia persistente \u00e9 classificada quando h\u00e1 a presen\u00e7a de pelo menos um dos sintomas previstos pela Classifica\u00e7\u00e3o Internacional dos Dist\u00farbios de Sono: dificuldade cr\u00f4nica para pegar no sono, ou manter o sono, ou despertar muito [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7544,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[16],"tags":[284,115,849,53,850,113],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7668"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7668"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7668\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7734,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7668\/revisions\/7734"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7544"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7668"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7668"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.boasaude.com.br\/blogboasaude\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7668"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}