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Preservativo feminino é menos eficaz do que o masculino

06 de julho de 2007 (Bibliomed). O preservativo, também conhecido como "camisinha", é classificado como um método contraceptivo de barreira, uma vez que impede o contato do sêmen com o aparelho reprodutor feminino. Além do seu papel contra o surgimento de gravidez indesejada, o preservativo possui importância destacada na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, tais como a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

O preservativo está atualmente disponível para uso masculino e feminino, sendo este último lançado mais recentemente. Com o objetivo de testar a eficácia de cada um dos preservativos, um grupo de cientistas publicou estudo na revista American Journal of Epidemiology. A pesquisa constou na aplicação de um questionário a um grupo de usuários do método, bem como na avaliação da presença de sêmen no órgão reprodutivo feminino, após uma relação sexual protegida.

Os resultados apresentados demonstraram que 9% dos usuários de preservativo masculino, reclamaram de problemas mecânicos, fato queixado por 34% das usuárias da "camisinha" feminina. A avaliação da presença de sêmen no trato reprodutivo feminino, após o coito, foi positiva em 3,5% das relações com uso de preservativo masculino, e em 4,5% das relações protegidas por preservativo feminino.

Com isso, os autores concluíram que o uso de preservativo feminino está associado com maior risco de problemas mecânicos e de falha do método contraceptivo.

Fonte: American Journal of Epidemiology 2007; 166 (1): 88 – 96.

Copyright © 2007 Bibliomed, Inc.

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