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Monitoramento de saúde 24h já está ativo para os Jogos Olímpicos 

01 de agosto de 2016 (Bibliomed). Os serviços para assistência à saúde dos atletas, delegações e espectadores dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos estão preparados. A infraestrutura recebeu reforço em todas as áreas e as ações estão sendo monitoradas 24h pelo Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS), que funciona direto do Centro de Operações Rio (COR) no Rio de Janeiro. A equipe composta por 125 profissionais do Ministério da Saúde atua na coordenação dos trabalhos, realizados em parceria com os estados e municípios envolvidos.

O Centro monitora as situações de risco, a demanda por atendimento, a vigilância epidemiológica e sanitária, além de coordenar respostas diante de emergências em saúde pública. As demais cidades que receberão os jogos (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Manaus) adotarão o mesmo modelo de monitoramento, que é utilizado desde 2011 no país, e já foi ativado em eventos como a Copa do Mundo e Jornada Mundial da Juventude.

“Estamos trabalhando e planejando, dentro de uma composição tripartite, desde que se iniciou a caminhada para o início dos jogos Olímpicos e Paralímpicos. A Força Nacional do SUS vai compor o grupo que estará sediado junto ao Hospital Geral do Exército, em Deodoro no Rio de Janeiro, para qualquer eventualidade. As cinco cidades sedes também foram preparadas. A regulação, em caso de atendimento básico, continua normalmente. Noventa por cento dos atendimentos ligados as Olimpíadas serão atendidos dentro das próprias áreas. Os médicos nos postos de atendimento comunicam o CIOCS e as equipes de remoção do SAMU. A regulação será toda feita pela rede municipal, o estado fará a remoção e, caso necessite de cirurgia mais complexa os hospitais especializados terão aporte para contribuir”, afirmou o José Manoel de Souza Marques, coordenador-geral da Força Nacional do SUS, em coletiva de imprensa com jornalistas estrangeiros e brasileiros no Rio Media Center, neste domingo (31/07).

Durante a Copa, por exemplo, foi possível verificar que apenas 0,2% dos participantes necessitaram de algum tipo de atendimento de saúde fora das arenas. A estimativa internacional é que entre 1% e 2% do público em eventos de massa necessite de algum cuidado médico e apenas 0,2% a 0,5% tenha necessidade de transferência para serviços de maior complexidade. Com isso, durante todo o período dos jogos é possível calcular cerca de 20 mil atendimentos e 700 remoções.

Fonte: Agencia Saúde 

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