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Algumas crianças com autismo podem apresentar melhora até os 6 anos de idade

19 de fevereiro de 2015 (Bibliomed). Mais de 10 por cento das crianças pré-escolares com diagnóstico de autismo tiveram alguma melhora em seus sintomas por volta dos 6 anos de idade, e 20 por cento das crianças tiveram alguns ganhos em suas atividades do dia a dia, revela um novo estudo do Centre for Addiction and Mental Health, em Toronto, Canadá.

Pesquisadores canadenses seguiram 421 crianças, desde o diagnóstico (entre as idades de 2 e 4 anos) até 6 anos de idade, coletando informações em quatro momentos no tempo para ver como os seus sintomas e sua capacidade de se adaptar à vida diária evoluíam.

No entanto, a melhora na severidade dos sintomas não foi necessariamente vinculada à  ganhos nas atividades do dia a dia. Onze por cento das crianças apresentaram alguma melhora nos sintomas. Cerca de 20 por cento melhoraram no que os especialistas chamam de "funcionamento adaptativo" - ou seja, como elas atuam na vida diária. Estas não eram necessariamente as mesmas crianças, segundo os pesquisadores.

Apenas 66 dos participantes do estudo eram do sexo feminino, e descobriu-se que elas tinham sintomas menos graves e melhora mais acentuada dos sintomas do que os meninos. Quanto mais precocemente as crianças eram diagnosticadas, tinham maior probabilidade de apresentarem uma melhora funcional, segundo o estudo.

Cerca de 1 em 68 crianças nos Estados Unidos é afetada pelo transtorno do espectro do autismo, e os meninos mais do que as meninas, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, uma estimativa de 2007 indicava que, quando o país tinha uma população de cerca de 190 milhões de pessoas, havia aproximadamente um milhão de casos de autismo.

Fonte: Centre for Addiction and Mental Health, Toronto, Canadá.

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