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Desvendando os mitos sobre o câncer

06 de fevereiro de 2013 (Bibliomed). Os cânceres são cercados de mitos, mas nem todos são verdadeiros. O primeiro e mais comum é pensar que o câncer é apenas uma questão de saúde. Segundo pesquisadores, os cânceres têm implicações maiores do que apenas a saúde individual, pois influencia em direitos sociais, econômicos e humanos.

O câncer é visto, também, como uma causa e consequência da pobreza, pois a doença impõe às famílias altos gastos com tratamentos, ao mesmo tempo em que os grupos menos favorecidos economicamente têm menos acesso à educação e cuidados médicos, o que aumenta o risco de cânceres, especialmente aqueles para os quais existem exames de detecção precoce, como o de mama e o de colo do útero.

Outro mito sobre o câncer é afirmar que essa é uma doença que atinge, em sua maioria, pessoas idosas e em países desenvolvidos. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 55% das mortes por cânceres ocorreu em regiões menos desenvolvidas do mundo, e a tendência é que esse número aumente até 2030. Cerca de metade dos casos de câncer nos países em desenvolvimento ocorrem em indivíduos com menos de 65 anos. Crianças e adolescentes também podem sofrer com a doença.

Um dos mitos mais antigos é pensar que receber um diagnóstico de câncer é a mesma coisa que receber uma sentença de morte. Muitos tipos de câncer, antes tidos como incuráveis, agora têm tratamento e altos índices de cura. Além disso, campanhas de prevenção e rastreio da doença ajudam na detecção precoce, o que aumenta as chances de cura.

O mito de que o câncer é o destino da maioria das pessoas, especialmente de quem tem casos da doença na família, é um dos mais perigosos, já que induz a pessoa a acreditar na possibilidade de desenvolver uma doença a qualquer momento. De acordo com os pesquisadores, manter uma dieta equilibrada, praticar atividades físicas e manter-se em um peso saudável pode prevenir cerca de um terço dos tipos de cânceres.

Outras atitudes, como abandonar o tabagismo por reduzir em cerca de 71% as mortes por câncer de pulmão e 22% as mortes por outros cânceres. Reduzir infecções crônicas, como a hepatite B e o Papiloma Vírus Humano (HPV) por meio de vacinas e prevenção também diminui os índices de câncer.

Fonte: World Cancer Day, 4 de fevereiro de 2013

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