Não basta meditar, tem que se escolher a técnica correta

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Vários estudos têm demonstrado os benefícios da meditação para a saúde, mas um em especial, realizado na Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, indica que para se alcançar tais benefícios é preciso acertar na escolha da técnica.

Segundo os cientistas, em países orientais existe uma prática de incentivo à meditação, o que não ocorre nos países ocidentais. Com isso, os praticantes ocidentais de meditação buscam e se mantêm na prática por esforço próprio, e, ao se depararem com as primeiras dificuldades, tendem a desistir.

Publicado no Journal of Science and Healing, o estudo indica que a pessoa não deve escolher a prática de meditação pela mais popular, mas sim aquela que se adéqua melhor ao seu estilo de vida. A pesquisa focou-se nos quatro tipos mais populares de meditação: Mantra (31%), Mente Alerta (31%), Zen (22%), Qigong (14,8%). Os pesquisadores lembram que nenhuma das técnicas pode ser considerada melhor para todos, sendo o mais importante é a pessoa buscar aquela na qual se sente mais confortável.

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